quarta-feira, 30 de março de 2011

Atendimento fraterno a todo instante.


Bons momentos!
          Queridos, gostaria de falar hoje de amor e do atendimento fraterno que é a pura expressão desse amor. Tive uma agradável experiência ontem confirmando as palavras de meu querido irmão José sobre a imensa possibilidade que temos hoje através da internet e a comunicação virtual. A possibilidade de compartilhar apoiando, incentivando e ajudando nossos irmãos em humanidade. Fiquei extremamente emocionada quando fui procurada por uma irmã que compartilhou comigo sua tristeza confiando e me dando a chance de espalhar o amor. Obrigada amiga! Espero ter humildemente te ajudado um pouquinho.
          O atendimento fraterno que é feito em diversas instituições é feito em particular e geralmente a portas fechadas (meio que como um confessionário, só que sem imposições, apenas orientações), são momentos que muitos irmãos encontram para desabafar e buscar apoio e luz para seus caminhos. Mas na verdade, a toda hora estamos fazendo ou recebendo esse atendimento fraterno. Numa conversa nas filas, numa troca no ônibus, numa oportunidade que damos do outro “falar” ouvindo-o com atenção, delicadeza e paciência.     Muita vez apenas um bom dia, um como vai e um vá com Deus já acalentou, acalmou e quem sabe não mudou uma ideia infeliz daquele irmão que teve por alguns segundos nossa atenção.

           Se nos conscientizarmos que nossa atenção é um bálsamo para tantos quantos nos dirigem a palavra e muitas vezes ignoramos, podemos mudar nossa ideia e passar a ajudar levando nosso conforto aquele que nos procuram.
 Vou contar uma experiência que aconteceu comigo e mudou meu modo de pensar. Outro dia fui ao mercado e passei por um “mendigo” um senhor que falou alguma coisa e que eu nem prestei a atenção e fui andando já estava voltando para casa com meu carrinho (daqueles de feira) apressada e afobada para fazer o almoço, apenas resmunguei “não tenho agora”, já pensando que ele queria dinheiro e maldosamente pensei “para beber”. Quando cheguei em casa “despertei” para o que tinha feito e correndo voltei ao local que era bem próximo da minha casa, ele já não estava mais lá. Fiquei arrasada! E puxando pela minha memória estava registrada a imagem por causa da nossa visão periférica, vemos, mas não prestamos atenção, mas fica registrada (por isso que quando passamos em algum lugar e falamos: - Já vim aqui! Às vezes é a nossa visão periférica que registra e guarda a imagem), mas voltando ao assunto; voltei para casa com a imagem daquela figura que pude constatar que era um idoso. Por que fiz aquilo? Perguntei-me. Porque não lhe dei atenção, não perguntei o que ele queria? Poderia ser apenas um pão (e eu tinha em meu carrinho) ou outra coisa qualquer. Se fosse dinheiro para bebida ou não cabia eu dar ou não, e a ele o livre arbítrio de beber ou não. Isso me transformou e desde então, não mais deixo de dar atenção a quem quer que seja, pois precisamos ser definitivamente o “samaritano que nosso amado irmão nos exemplificou com sua parábola”. Atendimento fraterno não precisa ser de porta fechada, precisa sim ser de coração aberto.
          Amamos quando valorizamos os “valores” dos outros com coerência e sabedoria, com orientação e ajuda.
          Muitos clamam por apenas um pouco de atenção, conforto nos seus problemas sejam eles quais forem. A vida é transitória na carne, hoje ajudamos, amanhã somos ajudados. E a vida vai vivendo com seus viventes aguardando enfim a humanidade humanitária e feliz. Paz a todos e contem comigo serei sempre um ouvido para vocês. Valéria Ribeiro.

segunda-feira, 28 de março de 2011

comercial cocacola

Longe de mim fazer apologia a coca cola, mas que este comercial é nota dez isso é.

Existem razões para acreditar. (Novo Comercial da Coca-Cola - 2011)

Irmão José


Queridos amigos,
          Muitos têm me perguntado a respeito da mediunidade e da complexidade por eles percebidos. Posso afirmar que alimentam mistérios a respeito dela, sua “descoberta”, seu despertamento, sua atuação e seus “eleitos”. Digo a vocês que esse mistério, rigor, impossibilidade e dificuldade, podem considerar simplesmente “tabu” que alimentam para que haja uma separação hierárquica dos chamados “privilegiados” da mediunidade.
          Ser "médium" todos somos com graus diferentes de educação e controle. Um pensamento mais acentuado sobre algo, uma inspiração, uma voz particular que nos despertam, um transmitir bem-estar, uma sensação qualquer que nos faz mudar, repensar, procurar, desistir, querer e muitas outras formas de “toques” que na verdade são sensibilidades de nossa mediunidade.
          Foram classificadas formas de mediunidade por Kardec à medida que ele foi identificando evidências mais “ativas” em determinadas pessoas por causa da necessidade na época desses despertamentos, mas o médium não é um ser “especial”, “angelical”, “santo” ou coisa qualquer. O que fez de Chico a personalidade especial não foi sua mediunidade e sim sua bondade, perseverança, disciplina e firmeza em concluir sua missão aqui conosco.
          Todos têm uma missão seja particular para a mudança em seus domínios, ou público em domínios maiores envolvendo a humanidade. Mas, todos somos especiais desenvolvendo ou não nossa já existente mediunidade ostensiva ou não.
          À medida que nos conscientizamos disso e procuramos pesquisar, estudar e educar mais esse sentindo que a Divindade nos proporcionou, vamos deixando aproximar aqueles espíritos que nos escolhem para nos ajudar no nosso caminhar em favor da humanidade. Somos escolhidos, não escolhemos e vamos sendo influenciados à medida que “vigiamos” nossas condutas, nossos atos, nossos pensamentos e nossas preferências por esse ou aquele “orientador” assim facilitando para que eles se aproximem, nos acompanhem e nos ajudem.
          Há algum tempo que pratico a mediunidade porque acreditei, procurei, estudei e me dedico a ela com confiança, disciplina, ética e coerência. Não sou missionária da Humanidade, sou simples transmissora dos conselhos e alertas de nossos irmãos trabalhadores da espiritualidade. Muitos ainda estão se aprimorando, se ajustando, se preparando, mas com disciplina, boa vontade e paciência, pois no mundo dos espíritos também se estuda, sofre, desperta para os erros, permanecem estacionados, trabalham e tudo que fazemos aqui. Morremos aqui para nascermos lá e levamos nossas imperfeições, mas também podemos mudar e voltar melhores. 
          Minhas psicografias são sempre “treinamentos”, pois estamos constantemente nos aperfeiçoando. Conto com a irmã Maria das Dores que me transmite os romances e com muitos espíritos que preferem muitas vezes não se identificarem, não porque são “pseudos sábios”, ou “embusteiros”, mas porque dão mais importância às mensagens propriamente ditas. Conto com o carinho do Irmão José que já algum tempo me ajuda e que só há pouco tempo se identificou como o irmão José que colaborou com o nascimento de nosso amado Jesus, mas que não toma para si nenhum mérito por se identificar assim se considerando como mero servidor do Criador, mas isso depois de mostrar-me inúmeras vezes sua identidade através de vários sinais e acontecimentos que não cabe agora citar. Na verdade eu tinha até medo de sequer pensar nessa possibilidade por não me achar digna dessa companhia, mas através das mensagens fui percebendo que o nome é apenas um nome, que o espírito imortal não carrega identidade carrega luz e que só identificam-se com esse ou aquele nome de alguma reencarnação porque ainda somos muito céticos e descrentes de nossas capacidades e nossos merecimentos. Resolvi compartilhar isso com vocês porque esse trabalho é muito sério e as mensagens são lidas e assimiladas por muitas pessoas e sabedoras da procedência irão com certeza ajustar seus pensamentos num limiar mais positivo.
          Nosso irmão José está feliz em poder contribuir, com a benção de Nosso Senhor Jesus Cristo com a humanidade inteira através do poder comunicativo da internet e sua capacidade virtual de orientação de massa. Leiam as obras de Allan Kardec e as de Chico Xavier.
Leiam as obras mais recentes também. Wanderley de Oliveira, Robson Pinheiro, Francisco do Espírito Santo Neto, Divaldo e muitos outros. Estudem, reflitam e escolham.
Estudem o evangelho. Conheçam as religiões e seus recados para poderem escolher com mais consciência. Livrem-se do preconceito. Respeitem as escolhas, Libertem-se!
Fé raciocinada! . Fiquem com Deus. Valéria Ribeiro.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Elogiar desperta e alimenta a vaidade?


Bons momentos para vocês meus amigos!
Hoje gostaria de discorrer sobre esse assunto. Estive pensando muito sobre isso e minhas últimas experiências me despertaram mais para isso. Por que algumas pessoas “presas” a religiões e dogmas acham que elogiar alguém é motivo para alimentar e aumentar a sua vaidade? Somos seres que constantemente estamos produzindo. O elogio é um incentivo para que essas produções se façam valorizadas e também possam ser motivadas a continuar seja para o que for.
Tenho vários amigos espíritas que se enraizaram nesse dogma de que vaidade é ruim. Depende de como se classifica essa conduta. Valorizar-se, reconhecer nossos dons e dotes, nossas capacidades para alguma coisa, nossos talentos, nossas produções afetando e ajudando, agradando e satisfazendo alguém em algo. Isso é vaidade? Jesus sabia de sua missão e não a escondia, ele era vaidoso? Segui-lo e querer seus ensinamentos era promover a vaidade nele? Seus discípulos os adoravam, eles alimentavam a vaidade em Jesus? Claro que não quero comparar Jesus com nada nem ninguém, sei que ainda estamos a caminho e que Jesus era imune as imperfeições, mas Por Deus, o que é impressionante é a falta de amor e carinho da maioria das pessoas fanáticas em regras impostas por religiões que absurdamente impõe as pessoas que se anulem em suas opiniões por que sendo “elogiosos” com as outras irão “pecar” alimentando suas “vaidades”. Que isso minha gente! Todos nós precisamos de incentivos, de impulsos amorosos, de reconhecimentos em nossos talentos em nossas produções e construções. A vaidade está no ser atrasado e estacionado no vício do orgulho e no ego assoberbado, e, se ele apresentar mudanças de comportamento por causa dos reconhecimentos, aplausos e elogios, a vida se encarregará de alertá-lo punindo-o com a solidão, seja aqui ou após a morte física, porque ninguém escapa ao juízo da própria consciência. Digo isso meus amigos porque tenho muitos colegas, amigos e companheiros que conheço pessoalmente ou não e vou lhes dizer uma verdade: os meus amigos “espíritas” nunca, nunquinha reconheceram minhas construções. Mas, devo entender que é porque eles têm medo de que eu “alimente e aumente a minha vaidade” e com isso lutei fortemente para que minha autoestima se firmasse e minha insegurança se dissipasse. Talvez se tivesse um pouquinho de elogio saudável sofresse menos. E imaginem pessoal se Chico Xavier não tivesse os elogios e os incentivos para equilibrar todas as críticas que recebeu em todos os anos de sua vida. Ele praticou bastante a humildade, mas porque também não podemos praticá-la? Muita paz para todos. Valéria Ribeiro.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Mensagem mediúnica - Comunicação virtual como facilitadora da fé no intercâmbio espiritual.




          " Caros irmãos, é chegada a hora da comunicação virtual, é o espaço facilitando a expansão da informação através dos tempos modernos.
           Falar, comunicar, ajudar. Não existem mais fronteiras, não existem mais impedimentos. A comunicação está no ar e para nós que sempre estivemos a mercê dessa oportunidade estamos imensamente felizes por finalmente expandir nossos pensamentos mais facilmente.
           Os pensamentos de fé que se expandem no Universo vindo da matéria ajudam a quebrar as grandes placas de energias densas. Estas placas impedem a comunicação por promover um impacto de força contrária fazendo com que a fé passe dissipada retornando fraca e provocando a dúvida.
          Eram dessa forma as comunicações; vinham os pensamentos, fixando atenção a eles, jogava-se na atmosfera a ideia do possível, mas os pensamentos negativos, infelizes e descrentes ao mesmo tempo eram jogados no ar, poluindo e formando placas densas chamadas miasmas. Havia o choque que fazia com que as respostas retornassem fracas àquele desejo de aceitação, por isso a grande rejeição às comunicações espirituais que geravam dúvidas e descrenças. Hoje, a troca de estímulo feita mais rapidamente pela velocidade das comunicações, principalmente a virtual é facilitadora para que pensamentos positivos, felizes, otimistas e de fé possam ser maiores e mais fortes dissolvendo essas placas e equilibrando a troca entre os dois mundos, os dos vivos materiais com os vivos espirituais.
          Quando uma mensagem trazida mediunicamente por forma direta de pensamento a pensamento é divulgada a tantos quantos a ela colocam fé, essa mensagem abre espaço para ajustar e firmar a crença definitiva no intercâmbio parceiro. Quanto mais mentes se deixarem tocar pelas mensagens sem barreiras nem defensivas, mais se ampliarão as possibilidades.
          Quando a fé é amplificada o retorno também é amplificado no desejo de conhecer, aumentando a confiança na autoridade dos comunicantes e suas intenções. É a mão do homem que manipulando a matéria, possibilita a mão Divina em enviar sem barreiras nem resistências suas mensagens através de seus mensageiros, distribuindo possibilidades, quebrando preconceitos, ajustando a ordem e dominando a amplidão.
          Assim, diminuindo o peso solitário dos missionários intercambistas. Comunicação virtual seja bem-vinda à comunicação espiritual!"  Irmão José.
Psicografia recebida em 22/03/2011.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Por que precisamos das leis?


          Outro dia, mais precisamente no carnaval quando estava indo para a Região dos Lagos e passava pela ponte Rio/Niterói percebi uma coisa que me deixou de boca aberta. Ao passar pelo pedágio, uma mocinha estava distribuindo de amostra grátis uma caixinha com suco natural desses com soja. Foi bem agradável, já que estava um transito horroroso e beber algo saudável era apreciável. Peguei a direção da Alameda São Boaventura em Niterói, mas primeiro temos que finalizar a ponte até alcançar a Alameda propriamente dita. O trânsito estava lento e pude observar a quantidade de caixinhas jogadas nos corredores laterais do viaduto, inclusive foram se acumulando lado a lado por ter um afundamento em todo o acostamento para que a água da chuva escorra.
          Sem exagero algum, deveriam ter centenas de caixinhas acumuladas em toda a descida desse viaduto até o começo da Alameda. Ou seja, as pessoas recebiam o brinde, dois para cada carro, como o trânsito estava lento, consumiam o líquido e literalmente jogavam carro a fora o “lixo” indesejado que em seus pensamentos iria “sujar” o veículo. Pode! E isso foi no sábado antes do carnaval que é na terça-feira, imagine esse trânsito, as caixinhas... Até acabar o feriado. Incrível, você ver pessoas em seus carrões despejando lixos pela estrada.
          Faço parte de uma instituição espírita de Saquarema que tem um trabalho de reciclagem do lixo. É bem bacana. Com esse incentivo já reciclo o meu lixo a quatro anos desde que foi criado. Mesmo morando agora no Município do Rio de Janeiro, ainda reciclo e levo para lá, pois o material é vendido e sua renda ajuda no departamento de assistência social.
          Não é difícil perceber o quanto o lixo desprezado de forma inconsequente trás malefícios para toda a humanidade. São enchentes provocadas por entupimentos dos ralos, rios e mares poluídos assassinando seus viventes, doenças, pragas e muito mais.
          Hoje pela manhã, quando estava aguardando para fazer um exame e assistia à televisão em um programa de um canal, contei o tempo que ficaram exibindo os momentos de Obama aqui no Brasil. Foram reprises e reportagens bobas de onde ele foi o que fez o que comeu, o que o pessoal da Rocinha achou etc.  Nunca vi uma disponibilidade neste horário "dito nobre" desse programa "dito recorde" de audiência dispensar tanto tempo mostrando, orientando e educando a sociedade quanto ao mínimo da importância em reciclar ou respeitar as leis.
          O povo precisa das leis porque não tem consciência nem mesmo que seus atos prejudicam a si mesmo. Então temos essas leis que parecem bobas, mas não são, mas que muitas delas não levam a nada.

          Você mostra um símbolo da coca cola para uma criança e ela, mesmo não sabendo ler, identifica na hora, mas mostra um símbolo da reciclagem para ela e ela não vai saber o que significa. Educamos para o erro, erramos porque não nos educaram. É o círculo vicioso atrasando a evolução da humanidade. E quando um deficiente físico com seu carro adaptado precisa ser resguardado pela lei em ter as vagas “guardadas” para ele, muitas vezes encontra-a preenchida por um deficiente moral que não respeita aquela lei “boba." 
          Precisamos de leis para que não extrapolemos em nossos atrasos morais, mas esse atraso nos mantém cegos não nos deixando percebê-las para obedecê-las e educarmos nossa conduta. E as caixinhas jogadas pelas janelas vão cobrindo o caminho e dificultando os passos da evolução. Muita paz e amor para todos.