quinta-feira, 12 de maio de 2011

Baú do Brechó!





Bons momentos para todos!
Olá amigos queridos!
Hoje gostaria de conversar com vocês sobre uma coisa bastante interessante que eu chamo de “baú do brechó”. Foi um apelido que coloquei para os nossos “guardados”, aqueles que guardamos sejam “dentro” ou “fora” da gente. Quando são os “de dentro” guardamos rancores, mágoas, ressentimentos, lembranças ruins, raivas, dicionários de palavras inúteis, lembranças enferrujadas ou cheias de teias de aranha, saudades equivocadas, aquelas que são as saudades saudosistas e totalmente dispensáveis, nostalgias, arrependimentos, vontades, anseios, sentimentos mal resolvidos, culpas... Quando são os “de fora” guardamos dinheiro sem utilidade, objetos em quantidades que nem conseguimos utilizá-los, quinquilharias, roupas que talvez sirvam no verão ou inverno que vem, anéis para cem dedos, colares para cem pescoços, sapatos para duzentos pés. Travesseiros para as muitas visitas que “esperamos”, lençóis para mil camas e toalhas de banho para todos os banhos de nossa existência. Guardamos vestidos de todas as cores e tamanhos, sofás para uma sessão de cinema e mesas para todas as refeições. Geladeiras duplas e freezers para toda comida que não comeremos, pois estragarão antes disso. Também guardamos a nossa casa da rotina, a casa do campo e a casa da praia e nelas colocamos o dobro do que guardamos diariamente.
Mas meus amigos, não acabou não! Também temos os que não guardamos que são os que não estão nem “dentro” nem “fora”  os guardados do desamor, da descortesia, da falta de caridade, do descaso, da zura, da ignorância, da antipatia, da falta de gentileza e da desatenção. A soma do que guardamos “dentro” com o que guardamos “fora” e do que não guardamos “dentro nem fora” é o resultado da miséria, da desigualdade, do desrespeito com nossos irmãos, com nosso Planeta, com a vida.
É claro que existem as exceções!  Que são aqueles que guardam os de “dentro”, mas não guardam os de “fora” não se importam com os que não estão nem “dentro nem fora”. Também tem aqueles que não guardam os de “dentro”, mas guardam os de “fora”, mas se importam com os que não estão nem “dentro nem fora.” E por aí vai...  E também tem aqueles que não guardam os de “dentro”, nem os de “fora” e se importam com os que não estão nem “dentro nem fora” esses já chegaram num patamar humanitário e caminham para a vida plena. Onde será que nos encontramos?
Prestem atenção no texto abaixo! Paz e muito amor para todos. Valéria Ribeiro.
O Segredo da Prosperidade Por Francisco de Oliveira (Frank)
“Você me chamou, então eu vim!
Porém, é assim que você me recebe?
Como espera que eu circule livremente por essa casa tão desorganizada? Sou força livre, preciso de espaço. Não entro em casas fechadas e desarrumadas.
Se o seu ambiente está bagunçado, os encantos que eu trago ficam bloqueados pelo amontoado de tralhas, tranqueiras jogadas, caixas e lixo acumulado que você guarda para usar algum dia, sem perceber que esse depósito de entulho só bloqueia o seu caminho.
Meu nome é Prosperidade, mas só entro e permaneço na residência de quem limpa e cura a si mesmo, para valer.
Se água vaza em jarro rachado, prosperidade não flui no caos.
Quem chama a força da prosperidade, precisa compreender que, se o ajuste não começa em si mesmo, todo o resto fica ao relento.
Seja mais esperto, pare de sofrer com os bloqueios que você mesmo causa em sua vida. Renove-se. Jogue fora o que não serve. Mude, antes que a vida mude você!
E não perca o seu tempo me evocando enquanto você não aprender a lição mais básica de quem deseja ser próspero: CASA LIMPA!”
Fonte: Revista Cristã de Espiritismo Ano X ed. 90