sábado, 7 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Vamos amar, assim poderemos "CARIDAR".
Bons momentos para todos!
Olá pessoal desejo muito amor para todos. E aproveitando, gostaria de falar com vocês sobre essa palavrinha com apenas quatro letras que de tão simples nos parece complicada demais.
Amar, amor... Seu som é generoso aos ouvidos para quem o ouve da própria boca ou para os que ouvem de bocas alheias.
Amor(ô) sm
1- Atração espontânea e intensa por alguém ou por alguma coisa.
2- Desvelo, carinho.
3- Objeto de afeto.
4- Pessoa bondosa.
5- Namoro.
Esta é a definição nos apresentada nos dicionários (com pequenas diferenças entre as edições).
Mas o que seria mesmo o amor? Aquele que ouvimos tanto nas escrituras, o que Jesus nos recomendou?
Quando Paulo de Tarso fala sobre a caridade, ele diz que nada seria completo se não existir a verdadeira caridade, mas na verdade a real tradução seria amor porque o que move o ser para a verdadeira caridade é o amor simples e real. Amar já é “caridar”.
Completando... “O amor é paciente; é brando e benfazejo; o amor não é invejoso; não é temerário; nem precipitado; não se enche de orgulho; - não é desdenhoso; não cuida de seus interesses; não se agasta; nem se azeda com coisa alguma; não suspeita mal; não se rejubila com a injustiça, mas se rejubila com a verdade; tudo suporta tudo crê, tudo espera, tudo sofre”.
“Amar uns aos outros como EU vos amei”... Quando Jesus colocou essa máxima, dando um complemento à sua primeira recomendação que foi:
“Amar ao próximo com a ti mesmo”... Ele quis fazer a observação da importância do não equívoco quanto ao amar egoisticamente e sim amar inteiramente, entregue livre e puro.
É importante sim aprendermos a nos amar respeitosamente, seguramente e caridosamente conosco, pois esse amor gerará um amor externo automaticamente e espontaneamente.
Amar ao próximo é entregarmos nosso sentimento infantil e puro para que nossas ações possam ser livres de julgamento fazendo-nos próximos dos semelhantes viventes, ou seja, tudo que respira vida seja aqui ou lá. Assim, aprendemos a amar incondicionalmente e Universalmente.
Nestas quatro letras do nosso amor que em algumas línguas variam em quantidade para mais ou para menos, encontramos o som da música Universal soando em nossos ouvidos o entendimento Divino de ideal.
“Caridade sem amor folha seca a voar. Caridade com amor folha viva a doar”. Irmão José.
Pois bem amigos queridos, nesta palavra inventada desejo a todos a disposição na transformação da mente e do coração....Vamos “CARIDAR”!
Paz e amor para todos! Valéria Ribeiro.
Para nosso conhecimento: Amor em 16 linguas.
Love (Inglês)
Amour (Francês)
Amore (Italiano)
Liebe (Alemão)
Любовь (Russo)
الحب (Árabe)
爱情 (Chinês)
사랑 (Coreano - (salang))
Amor (Espanhol e Português)
愛 (Japonês)
Liefe (Holandês)
Förälskelse (Sueco)
dragoste; iubire (Romeno)
Japonês - 愛 (ai)
Mandarim - 愛 (ai)
Grego moderno - αγάπη (agápi)
Amour (Francês)
Amore (Italiano)
Liebe (Alemão)
Любовь (Russo)
الحب (Árabe)
爱情 (Chinês)
사랑 (Coreano - (salang))
Amor (Espanhol e Português)
愛 (Japonês)
Liefe (Holandês)
Förälskelse (Sueco)
dragoste; iubire (Romeno)
Japonês - 愛 (ai)
Mandarim - 愛 (ai)
Grego moderno - αγάπη (agápi)
quinta-feira, 5 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Milho de pipoca.
Bons momentos para todos!
Olá pessoal, encontrei essa preciosidade e gostaria de compartilhar com vocês. Quantos de nós não somos esses piruás que fechados em nós mesmos recusamos e não aproveitamos o fogo da vida para "estourarmos e nos transformarmos?" Joguemo-nos ao fogo que nos queima, mas nos transforma, pois recusarmos a dor para não sofrermos, não adianta e sim atrasa nossa caminhada. Quão deliciosa é a pipoca após estourada apreciada e saborosa, doce ou salgada? Que possamos ser um milho a estourar alegria e beleza.
Paz e amor para todos. Valéria Ribeiro.
A transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação porque devem passar os homens, para que eles venham a ser o que devem ser. O milho da pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro.
O milho da pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer. Pelo poder do fogo podemos, nos transformar em outra coisa. Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca para sempre.
Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas. Só que elas não percebem. Acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder o emprego, ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão, sofrimentos cuja causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio. Apagar o fogo. Sem fogo, o sofrimento diminui. E com isso a impossibilidade da grande transformação.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesmo, ela não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada.
A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: PUM! - e ela aparece como outra coisa completamente diferente que ela mesma nunca havia sonhado.
Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A sua presunção e o medo são a dura casca de milho que não estoura. O destino delas é triste. Não vão se transformar, por enquanto, na flor branca e macia. Não vão dar alegria para ninguém enquanto tiverem essa postura. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás...
Rubens Alves - Jornal Correio Popular de Campinas (SP). Retirado da apostila de Filosofia do SE - CNEC.
Olá pessoal, encontrei essa preciosidade e gostaria de compartilhar com vocês. Quantos de nós não somos esses piruás que fechados em nós mesmos recusamos e não aproveitamos o fogo da vida para "estourarmos e nos transformarmos?" Joguemo-nos ao fogo que nos queima, mas nos transforma, pois recusarmos a dor para não sofrermos, não adianta e sim atrasa nossa caminhada. Quão deliciosa é a pipoca após estourada apreciada e saborosa, doce ou salgada? Que possamos ser um milho a estourar alegria e beleza.
Paz e amor para todos. Valéria Ribeiro.
A transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação porque devem passar os homens, para que eles venham a ser o que devem ser. O milho da pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro.
O milho da pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer. Pelo poder do fogo podemos, nos transformar em outra coisa. Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca para sempre.
Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas. Só que elas não percebem. Acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder o emprego, ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão, sofrimentos cuja causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio. Apagar o fogo. Sem fogo, o sofrimento diminui. E com isso a impossibilidade da grande transformação.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesmo, ela não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada.
A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: PUM! - e ela aparece como outra coisa completamente diferente que ela mesma nunca havia sonhado.
Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A sua presunção e o medo são a dura casca de milho que não estoura. O destino delas é triste. Não vão se transformar, por enquanto, na flor branca e macia. Não vão dar alegria para ninguém enquanto tiverem essa postura. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás...
Rubens Alves - Jornal Correio Popular de Campinas (SP). Retirado da apostila de Filosofia do SE - CNEC.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Realeza e ostentação, reverência e submissão: Ainda valorizamos?
Bons momentos para todos!
Queridos amigos, acordei hoje pela manhã e quando fui dar uma olhada nas notícias me deparei com uma enxurrada de programações nas principais redes de televisão sobre o casamento real.
Fiquei boquiaberta, pois pude constatar que o mundo ainda se abaixa para dar reverência à realeza e perde seu tempo olhando ostentação e cenas de exibição. Desperdício de dinheiro em bobagem enquanto o mundo clama por ajuda, a falta de colaboração e a miséria correm soltos à nossa volta.
Não vejo tamanho empenho jornalístico para uma campanha firme contra o desarmamento, a extinção do tráfico, a educação sanitária, a contribuição humanitária, a educação na preservação do Planeta, a importância do controle de natalidade através da educação popular e do amor ao próximo, à ajuda aos nossos jovens e as nossas crianças que estão se afundando nas drogas e muito mais.
Não querendo radicalizar, vemos sim, mas com muito pouco interesse e só através de reportagens onde são puxadas por tragédias e desgraças.
Meus queridos amigos, perder tempo assistindo casamento de príncipe é demais. Nesse tempo podemos ler um livro, ajudar alguém, produzir, contribuir e somar com a humanidade. Muita paz e amor para todos. Valéria Ribeiro.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
HUMANIZAÇÃO
Bons momentos para todos!
Queridos amigos encontrei essa pérola e gostaria de dividir com vocês.
Esse blog destina-se ao despertamento, a começar por mim, da necessidade na preocupação com relação à importância da Humanização no trato geral. Numa busca de nossa educação espiritual, vamos despertando nossa essência que está na centelha Divina que trazemos latente em nosso íntimo.
Nascemos para sermos felizes, mas optamos pela dor. Resgatando o verdadeiro sentido da vida finalmente e espontaneamente, vamos respeitando uns aos outros nos educamos e aprendendo a AMAR.
"Hostilidade, aversão, desafeto, ressentimento: semelhantes palavras assinalam estados evolutivos nos quais se fixam, transitoriamente, milhões de criaturas.
Os antagonismos entre as pessoas, na essência, expressam atritos, nos quais se lhes embatem as forças de envoltório, das quais, por fim, se desvencilham com o tempo, de modo a adquirirem os recursos de elevação que lhes patrocinam a transferência para as Esferas Superiores.
A imagem mais adequada ao esclarecimento do assunto, temo-la, mais particularmente, na atualidade, nos foguetes fabricados pelo homem, destinados à pesquisa do Espaço Cósmico.
À medida que alcançam as alturas, os engenhos dessa espécie se desfazem de cápsulas diversas, conquistando leveza e liberação para transitarem sem maiores empeços, à distância do centro de gravitação que os atrai.
Erguendo-se o Plano Físico por região, na qual ainda preponderam os impulsos animais de egoísmo e auto-defesa, quantos se liberam de semelhantes impedimentos se projetam nos altos domínios da compreensão, penetrando outros campos relacionados com a Cúpula do Universo.
Eis porque atingindo a própria humanização, a criatura deixa de conhecer adversários para encontrar unicamente irmãos em qualquer clima evolutivo.
Esforcemo-nos, assim, ao máximo, para entender acima de julgar e, pouco a pouco, o conceito de inimigos se nos afastará da mente, porquanto, ainda mesmo nos companheiros que se empenham a ferir-nos, identificaremos candidatos ao remédio e à piedade e por eles trabalharemos a fim de que o bem os favoreça, com a dedicação de quem se auxilia, auxiliando aos próprios irmãos."
Do livro Convivência - Emmanuel/Chico Xavier.
Paz e amor para todos. Valéria Ribeiro.
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