terça-feira, 24 de maio de 2011

Os espíritos influenciam nossas vidas?




Bons momentos para todos!
Queridos amigos sempre alguém vem me perguntar o que eu acho da verdadeira influência dos espíritos em nossa vida. Temos a codificação que nos dá bastante informação a respeito no Livro dos Médiuns, temos a obra de André Luiz que nos alerta para a situação, temos a declaração de Paulo de Tarso que nos diz sobre a nuvem de espíritos que paira em nossa cabeça, mas com tudo isso, ainda ficam as dúvidas sobre a questão e nossos indagadores parecem que querem ouvir essas afirmações de nossas bocas, pois ao nos declararmos espíritas pensam que por “obrigação” devemos ter todas as respostas e certezas sobre as questões em nossas experiências que confirmarão para eles com as “provas” apresentadas em nossas vivências a verdade ou não.
Explicamos a questão da sintonia, falamos das obsessões, discursamos sobre as influências que muitas vezes são características atrativas de nossos comportamentos, exemplificamos com histórias ouvidas e ou vividas, ilustramos nos livros psicografados relatos de acontecimentos, mas mesmo assim, muitas pessoas expõem suas dúvidas e demonstram “fugir” de suas responsabilidades na atração e manutenção dessas influências. Somos desafiados a todo instante a confirmar e provar que no mundo dos espíritos há uma movimentação de influências sobre o mundo material numa troca incessante e energética vinte e quatro horas por dia e que somos responsáveis por isso com nossas escolhas equivocadas ou não.
A mediunidade sofre a influência da curiosidade humana fazendo com que os médiuns ditos “ostensivos” sejam figuras curiosas e responsáveis por esclarecerem tais curiosidades. A informação didática não basta e a todo instante estamos enfrentando “sabatinas” intermináveis.
São bastante compreensíveis essas interrogações “receosas” cujas informações pedem para que o interlocutor tenha consciência da “sua” responsabilidade por tais influências, por isso a insistência em perguntar, saber, confirmar e “provar” tais afirmações. Todos querem certeza absoluta, pois isso demanda mudança de hábitos, transformação moral, quebras de tabus e preconceitos... É difícil mesmo para os que estão entrando nesse mundo de informações espíritas a certeza de que “Digas quem és e direi quem vos acompanha”...
Mesmo os espíritas “de carteirinha” degustam essa informação e muitas vezes lhes parecem “indigestas” pela dificuldade em desmascararem suas verdadeiras personalidades por assim dizer, já que, caso isso aconteça terão que mudar ou apresentarem seus “companheiros”.
Definitivamente somos cercados de todo tipo de energias que estão sedentos de todo tipo de “alimento” seja prejudicial ou mesmo benéfico. Os espíritos nos proporcionam o que proporcionamos a eles, pois ou eles nos prejudicam ou eles nos ajudam... Nós que sabemos!
Então respondendo a questão posso afirmar com minhas experiências que nossa sintonia atrai os espíritos que sintonizam com ela. Somos ímãs do mundo espiritual. E isso é a todo o momento, pois as ruas, os becos, o comércio, nossos lares e todos os ambientes estão habitados por espíritos de todas as espécies que disputam entre si, que por vezes não se enxergam que conspiram individualmente ou em grupos, que lamentam que choram, que riem, que têm sede, fome, que “vivem uma rotina” repetitiva e etc.
Portanto meus amigos vigiemos nossos pensamentos, nossos atos, nossas intenções, pois caso contrário estaremos oferecendo nossos  braços àqueles que nos observam.
Allan Kardec - Livro dos Espíritos:
Questão 459. Influem os espíritos em nossos pensamentos e em nossos atos?
“Muito mais do que imaginais. Influem a tal ponto, que, de ordinário, são eles que vos dirigem.”
Fiquem com deus. Valéria Ribeiro.
Bom para ler:

terça-feira, 17 de maio de 2011

Você já despertou o seu talento?



Bons momentos para todos!

Amigos queridos gostaria de falar com vocês sobre um assunto bastante interessante; O talento.
O que seria essa palavra que nos soa por vezes “estranha” aos ouvidos?

Vamos ver: Talento:    1- Peso e moeda da Grécia antiga.
                                  2- Inteligência brilhante; aptidão natural. (Minidicionário  Ruth Rocha ed. scipione)


Bom, vamos analisar a segunda definição sabendo que se esse nome foi denominado à uma moeda é porque materialmente vale muito. Mas, vamos nos importar com o talento “nosso”, “in natura”, próprio, individual humano. Mesmo sendo próprio de cada um, todos temos talento ou talentos que desenvolvemos ou não.
Identificar, intensificar e transformar em sucesso o nosso talento é que é a questão. Isso vai depender muito do incentivo gerado na primeira infância e ser alimentado no decorrer da vida. Esse talento pode ficar adormecido a vida inteira ou ser apresentado inconsciente, automaticamente sem ser percebido nem pelo indivíduo que o demonstra nem pelos outros.
Muitas pessoas confundem a cultura com o talento, mas há uma grande diferença. Nós podemos adquirir cultura, mas o talento independe da cultura, pois é inerente ao homem ele pode ser culto e talentoso, culto e não talentoso para aquela bagagem cultural, mas seu talento o ajuda na cultura, pois facilita em adquirir uma cultura mais “talentosa” naquilo que suas habilidades lhe propõem. O talento está para a cultura, mas nem sempre a cultura está para o talento.
Vamos pensar...
... A CULTURA é a mediação entre os homens e a natureza.

A CULTURA é herança e resulta do jogo da comunicação. 

A CULTURA é construção e permite aos indivíduos e aos grupos se projetarem no futuro. 

A CULTURA é em grande medida feita de palavras, articula-se no discurso e realiza-se na representação.

O TALENTO é uma aptidão natural ou uma habilidade adquirida que permite ao indivíduo manifestar-se por gestos e jeitos, sons e voz, criando e recriando rituais que assumem uma identidade nas sociedades através dos tempos. 

O TALENTO é inteligência emocional. 

O TALENTO é inteligência excepcional. Fonte: Internet. Site Unifra.


Na minha experiência, só descobri meus talentos (tenho alguns) na idade adulta e foi sendo despertado com a ajuda de momentos sofridos, superados e favorecido com a necessidade de “despertamento” individual. Não tive incentivo na descoberta e desenvolvimento dos meus talentos e por isso eles ficaram “hibernando até o inverno passar.”
É normal isso acontecer quando não temos esse olhar sensível conosco dos nossos cuidadores responsáveis, mas não é por maldade e sim por uma roda cultural e social, pois que em certas sociedades não é prioridade o desenvolvimento dos talentos.
Em algumas sociedades esse desenvolvimento faz parte da vida das pessoas, mas infelizmente em algumas é feito com exagero tendo até “sequestro” e “monitoramento” desses talentos desde a tenra idade até ao máximo quando são literalmente "descartados".
Despertar nossos talentos é importante, mas com livre arbítrio, prazeroso e construtivo. 
Todos somos talentosos em alguma coisa. A culinária primorosa da cozinheira, o glamour do costureiro, a beleza das artes dos artistas, o ponto discreto e belo da costureira ou do cirurgião, o desenho daquele guri, a roupinha da boneca daquela guria as histórias da vovó e os conselhos do vovô. Os talentos variam em formas, belezas e construções.
Somos talentosos em nossos conselhos, em nossas palavras em nossos abraços. Na fala, no ouvir, no apoiar. Temos talentos para o bem e também para o mal. Temos talentos para o sim e para o não. Eles podem ser simples, mas nunca sem valor.
Precisamos diferenciar capacidade de talento, porque ter capacidade para alguma coisa não significa talento para a coisa, embora todos nós temos a capacidade e o talento, mas nem sempre para as mesmas coisas.
E então? Você já descobriu e despertou os seus talentos?
Paz e muito amor para todos. Valéria Ribeiro. 

sábado, 14 de maio de 2011

Pelo bem da natureza e do Planeta!



Bons momentos para todos!
Olá pessoal!
Para que possamos pensar um pouquinho lendo esse encanto que nos encanta e também nos ensina. 
Paz e muito amor para todos. Valéria Ribeiro.


NÃO JOGUE LIXO NO CHÃO
Vital Farias

Não jogue lixo no chão
Chão é pra plantar semente
Prá dar o bendito fruto
Prá alimentação da gente

O peixe que sai do rio
O amor que sai do peito
A água limpa da fonte
Um sentimento perfeito

Não jogue lixo no chão
Chão é pra plantar semente
Prá dar o bendito fruto
Prá alimentação da gente

A terra que tudo cria
Não pede nada demais
Ser tratada com carinho
Para vigorar a paz

Não jogue lixo no chão
Nem rios, lagos e mares
A Terra é nossa morada
Onde habitam nossos pares

Não jogue lixo no chão
Chão é pra plantar semente
Prá dar o bendito fruto
Prá alimentação da gente

A natureza é quem cria
O amor imediatamente
Milagre que faz a vida
Bendito fruto do ventre

Se queres sabedoria
Aprenda isso de cor
A Terra é a mãe da vida
Útero, ventre maior.

(Texto musicado retirado da palestra de Francisco Gregório/Contador de história. No curso para voluntários em contação de história).

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Baú do Brechó!





Bons momentos para todos!
Olá amigos queridos!
Hoje gostaria de conversar com vocês sobre uma coisa bastante interessante que eu chamo de “baú do brechó”. Foi um apelido que coloquei para os nossos “guardados”, aqueles que guardamos sejam “dentro” ou “fora” da gente. Quando são os “de dentro” guardamos rancores, mágoas, ressentimentos, lembranças ruins, raivas, dicionários de palavras inúteis, lembranças enferrujadas ou cheias de teias de aranha, saudades equivocadas, aquelas que são as saudades saudosistas e totalmente dispensáveis, nostalgias, arrependimentos, vontades, anseios, sentimentos mal resolvidos, culpas... Quando são os “de fora” guardamos dinheiro sem utilidade, objetos em quantidades que nem conseguimos utilizá-los, quinquilharias, roupas que talvez sirvam no verão ou inverno que vem, anéis para cem dedos, colares para cem pescoços, sapatos para duzentos pés. Travesseiros para as muitas visitas que “esperamos”, lençóis para mil camas e toalhas de banho para todos os banhos de nossa existência. Guardamos vestidos de todas as cores e tamanhos, sofás para uma sessão de cinema e mesas para todas as refeições. Geladeiras duplas e freezers para toda comida que não comeremos, pois estragarão antes disso. Também guardamos a nossa casa da rotina, a casa do campo e a casa da praia e nelas colocamos o dobro do que guardamos diariamente.
Mas meus amigos, não acabou não! Também temos os que não guardamos que são os que não estão nem “dentro” nem “fora”  os guardados do desamor, da descortesia, da falta de caridade, do descaso, da zura, da ignorância, da antipatia, da falta de gentileza e da desatenção. A soma do que guardamos “dentro” com o que guardamos “fora” e do que não guardamos “dentro nem fora” é o resultado da miséria, da desigualdade, do desrespeito com nossos irmãos, com nosso Planeta, com a vida.
É claro que existem as exceções!  Que são aqueles que guardam os de “dentro”, mas não guardam os de “fora” não se importam com os que não estão nem “dentro nem fora”. Também tem aqueles que não guardam os de “dentro”, mas guardam os de “fora”, mas se importam com os que não estão nem “dentro nem fora.” E por aí vai...  E também tem aqueles que não guardam os de “dentro”, nem os de “fora” e se importam com os que não estão nem “dentro nem fora” esses já chegaram num patamar humanitário e caminham para a vida plena. Onde será que nos encontramos?
Prestem atenção no texto abaixo! Paz e muito amor para todos. Valéria Ribeiro.
O Segredo da Prosperidade Por Francisco de Oliveira (Frank)
“Você me chamou, então eu vim!
Porém, é assim que você me recebe?
Como espera que eu circule livremente por essa casa tão desorganizada? Sou força livre, preciso de espaço. Não entro em casas fechadas e desarrumadas.
Se o seu ambiente está bagunçado, os encantos que eu trago ficam bloqueados pelo amontoado de tralhas, tranqueiras jogadas, caixas e lixo acumulado que você guarda para usar algum dia, sem perceber que esse depósito de entulho só bloqueia o seu caminho.
Meu nome é Prosperidade, mas só entro e permaneço na residência de quem limpa e cura a si mesmo, para valer.
Se água vaza em jarro rachado, prosperidade não flui no caos.
Quem chama a força da prosperidade, precisa compreender que, se o ajuste não começa em si mesmo, todo o resto fica ao relento.
Seja mais esperto, pare de sofrer com os bloqueios que você mesmo causa em sua vida. Renove-se. Jogue fora o que não serve. Mude, antes que a vida mude você!
E não perca o seu tempo me evocando enquanto você não aprender a lição mais básica de quem deseja ser próspero: CASA LIMPA!”
Fonte: Revista Cristã de Espiritismo Ano X ed. 90

terça-feira, 10 de maio de 2011

Como surgiu o romance "Por quem o palhaço chora".





Bons momentos para todos!
Queridos amigos hoje nosso papo é um pouco de desabafo e principalmente dar satisfação a vocês a respeito do trabalho mediúnico que desenvolvi no romance “Por quem o palhaço chora” que finalizei hoje nas postagens do meu blog.
Venho falando a respeito de minhas experiências diversas inclusive no âmbito do espiritismo. Já comentei sobre a minha “veia espírita” e algumas vezes me reportei a minha caminhada neste processo.
Sem querer fazer nem esmiuçar lamentações gostaria de dividir com vocês como esse trabalho foi desenvolvido, como surgiu e penso eu por que surgiu.
Como já disse anteriormente minha caminhada nas instituições espíritas não foi lá muito fácil para mim, pois tenho uma ânsia desbravadora e me “intrometo” de corpo e alma nas coisas.
Quando fui morar em Saquarema em certa ocasião tive um problema familiar muito sério o que me levou a procurar primeiramente ajuda terapêutica e posteriormente ajuda espiritual, acho que pensava que somente minha convicção me ajudaria nesta parte, mas me enganei. Dizem que é assim, buscamos a ajuda espiritual no amor ou na dor, no caso do amor pensava ser autossuficiente... Então, busquei na dor. Querendo me disponibilizar ferozmente nos trabalhos, despertei malquerer, inveja, disputa, medos e muitas coisas que acontecem quando grupos formados são invadidos por inovações, buscas de transformações e mudanças. Eu era assim, via o que achava “errado” e queria “consertar” a Instituição tremeu na base e criou-se um azedume que não consegui suportar.
O Presidente posto por mim em evidência nas cobranças que eu fazia por atitudes mais humanas e fraternas, após ter que “engolir” que minha mediunidade não era falsa nem diversão, me taxou de “fascinada” e me retirou deliberadamente dos trabalhos. Fiquei com uma plêiade de espíritos de toda a ordem a minha volta solicitando, implorando, requisitando, obsidiando meus dias, caminhos e minha vida. Sem qualquer apoio.
 Eram principalmente os espíritos que esperavam a rotina de meus trabalhos nas correspondências familiares que estava desenvolvendo e bastante criticada pelo dirigente que não queria “esse tipo de trabalho lá”.
Enfim fiquei em casa e após muita oração, choro e súplica comecei assim do nada, a escrever o romance. Na verdade nem sabia que era um romance. Quando estava no computador vinha uma vontade de digitar, na cama uma vontade de escrever. Era no caderninho, no papel solto, nas bordas dos jornais... No começo uma desordem, pois não compreendia. Conversava com meus amigos, mas eles também não entendiam e “desconfiavam”...
Assim, foi passando o tempo e o livro foi sendo montado. Agora uma curiosidade, o espírito Maria das Dores (que eu só soube no final quem era que estava ditando) me dava as informações aleatoriamente. Uma hora era o capítulo III, outra hora o X, voltava para o I, ia para a reencarnação anterior, voltava para um certo período. Aí é que fiquei mais perdida (até cheguei a achar que o espírito estava com algum problema de memória, pode?). Mas, no fim deu tudo certo o romance se completou e eu pude ver que quando as coisas precisam acontecer acontecem e que o Pai amado nunca, nunquinha mesmo abandona seus filhos.
Maria das Dores cuidou de mim equilibrando minha mediunidade que, ao mesmo tempo em que psicografava o livro, ia tendo inspirações para estudar, e olha pessoal, estudei muito e ainda estudo. Hoje percebo claramente as oscilações mediúnicas, os espíritos que se aproximam e suas intenções. Não vou dizer que a Instituição não me ajudou, pois foi ao adentrar nela que tudo começou me dando experiência e me ajudando a perceber e lidar com meus irmãos com mais complacência e amor.
Minha dor me ajudou, pois da dor familiar para a dor da incompreensão externa despertei para minhas qualidades doutrinárias me fazendo mais disciplinada e tranquila.
Agradeço a falta de tato do presidente que também é o dirigente e doutrinador (dialogador) dos trabalhos mediúnicos da referida casa que tive curto estágio por me dar oportunidade de crescer “apanhando”, pois como dizia Chico “apanhar é aprendizagem” e a todos os colegas que preferiram acreditar no líder a apoiar uma irmã e também a Mestra dos estudos que podando meus questionamentos me fez buscar ainda mais as respostas para os meus anseios.
Deus nos criou simples e ignorantes, mas não incapazes e todos nós somos autodidatas quando queremos firmemente aprender. Esse romance foi um presente para mim, para nós e para a espiritualidade que me rodeava querendo respostas como eu.
Que possamos sempre vencer as adversidades, que as pedras do caminho sejam o tropeço necessário ao nosso crescimento e que o perdão sempre esteja pronto a se manifestar nas mais duras provas, pois somos todos filhos de Deus, irmãos do querido Jesus que mais do que todos padeceu na cruz da irracionalidade e equívocos humanos.
Paz e amor para todos. Valéria Ribeiro.

domingo, 8 de maio de 2011

Eu, vocês e o computador.






Bons momentos para todos!
Olá pessoal!
Hoje a minha conversa com vocês é bem particular. 
Gostaria de falar um pouquinho desse blog, porque ele existe e o seu significado para mim.
Eu não era muito de parar em frente ao computador, achava perda de tempo, queria algo mais dinâmico em minha vida. Eu sempre fui muito agitada apesar de gostar imensamente de ler o que me exigia aquela paradinha deliciosa. Achava também que era expor as nossas vidas e ficar vulnerável aos "malvados" e mal intencionados. Mas vamos avançando, criando nossos filhos, nos aposentando, buscando novos horizontes. 
Via minha filha menor grudada diante da tela e tinha “ciúmes” daqueles momentos em que achava que poderia ser nossos com mais conversas, participação mais ativa com passeios etc. Não que não fizéssemos isso, mas queria mais. 
Não entendia essa necessidade de interesse que os jovens depositavam avidamente em seus computadores. Eles tinham muito para ver, aprender e curtir e é claro, nesta telinha que trás o mundo para junto de nós. É a realidade deles da geração deles. Custei a entender isso sinceramente.
Quando comecei a me interessar, até para poder estar inteirada no assunto e não dar “mancada” nas conversas fui aprendendo a gostar e a descobrir a ferramenta importante de troca que ela nos proporciona. 
Então com a ajuda e diga de passagem com muita insistência de minha comadre/irmã que mais que depressa foi solícita em me colocar no “jogo” fui olhando, me interessando, aprendendo e finalmente descobrindo formas de expandir meus talentos e minha vontade de compartilhar com muitas e muitas pessoas legais, geniais, maravilhosas, carinhosas e GENTE verdadeiramente da sua mais gloriosa interpretação que são vocês meus amigos do face, do twitter, dos blogs e mais que tiver para o BEM.
Adoro dedicar algum tempo de minha vida compartilhando com o mundo, colaborando com minhas humildes postagens, meus recadinhos e tudo mais.
Montar e manter os dois blogs para muita gente é loucura, para mim é felicidade. 
Não me descuidei de meus afazeres com meus entes queridos e nem fiz dessa prática algo "fanático" e incontrolável. Passei a compreender que o jovem sabe como fazer isso e administrar seus interesses com os interesses e cobranças que a vida impõe em questões de responsabilidades. Eles já nascem "sabendo" disso. É claro que existem as excessões, mas isso também vai depender do interesse orientador dos responsáveis. 
Percebi que amor chama amor e que todos os meus amigos que interagem comigo são do bem. E, que, posso sem falsa modéstia contribuir para levar um pouquinho de amor e dicas de amor para aqueles que ainda não descobriram como é bom fazer o bem, mas que se proporem a ler e pensar um pouquinho nas coisas que escrevo com carinho e posto aqui. 
Procuro exemplificar com minhas experiências mostrando que todos nós temos erros e acertos e passamos por diversas alegrias e dificuldades.
Quando vejo no contador que o número de visitas cresceu e que muitas pessoas gostaram e se tornaram membros fico feliz e realizada, pois tenho a certeza que estou fazendo parte dessa parcela que se dispõe a espalhar alegria, dicas, informações, histórias, divertimentos, entretenimentos e simplesmente mensagens consoladoras compartilhando tudo que é bom e que a internet nos disponibiliza.
São sites, blogs, páginas e muitos caminhos para que não nos sintamos sós e inúteis. Mas, digo que tudo, tudo na vida precisa de equilíbrio e não podemos também desprezar a maravilha da natureza viva, as caminhadas, os cinemas, os encontros com nossos queridos, a ajuda ao próximo além da virtual, porque interagir corpo a corpo é uma delícia! 
Vamos aos chazinhos fraternos, aos barzinhos divertidos, vamos tomar aquele chopinho saudável e equilibrado, ao aniversário do parente ou do amigo... Vamos viver online, mas também vamos viver a vida cá fora.
Quero agradecer a todos vocês pelo apoio que me dão. E a cada postagem meu coração se renova e entra em contato com o mundo que gentil me acolhe.
A mudança de endereço do blog foi necessária, pois houve um erro ortográfico no endereço antigo que impedia a divulgação das páginas. Espero que agora seja mais fácil a busca pelas informações contidas nele.
Desejo a todos vocês que me seguem ou não muito amor, muita paz e muita luz no coração e nos caminhos percorridos. Que a luz Divina esteja sempre a iluminar nosso maravilhoso Planeta que tem nosso querido Jesus como Governador e Guia.
“Divulgar o bem é espalhar semente fértil nas consciências, ajudando ao despertamento para a verdadeira felicidade, que é o encontro Divino da criatura com o Criador”. Irmão José.
Fiquem com Deus. Valéria Ribeiro.