quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Psicografias que valem a atenção. Vamos pensar?




Irmãos queridos, Que a paz esteja em seus corações.
Irmãos, o mundo passa por transformações, a era tecnológica facilita a troca das informações, mas também as polêmicas desnecessárias. Hoje o que importa meus irmãos é o amor. É o resgate humanitário e solidário entre os irmãos. Nosso irmão Maior espera isso de nós. União, trabalho e solidariedade.
Nossos irmãos desamparados esperam por nós. Nossos irmãos equivocados e adoentados em suas dores em suas prisões esperam por nós. Somos responsáveis também pela roda da vida infestada de interesses egoístas. Resgatar a pureza do amor é a urgência que se faz. Resgatar as doces palavras do Mestre a nos mostrar o caminho do amor, da caridade, da igualdade da indulgencia. Precisamos buscar a pureza em nossos corações e o resgate do amor em nossas vidas. Irmãos queridos vigiem seus pensamentos, seus atos e suas palavras. Jesus não nos exigiu que levantássemos espadas contra ninguém. A César o que é de César e ao Pai o que do Pai. Paz em Humanidade. Paz para nosso Planeta azul e belo cujo Tutor é a mansidão e o amor. Fiquem em paz com seus corações felizes.
Boa noite meus irmãos. Irmão José. 03/06/2011

sábado, 8 de outubro de 2011

O que comemoramos hoje?






Bons Momentos para todos!
Queridos amigos neste mês tão importante, onde se comemoram os dias de:
Dia Internacional da terceira idade (01);
São Francisco de Assis (04);
Dia Mundial dos animais (05);
Dia da criança e Nossa Senhora da Aparecida (12);
Dia do professor (15);
Dia das Nações Unidas (ONU) (24);
Dia Nacional do Livro (29).
Só para citar as mais importantes, não que as outras não sejam, mas estes dias que clamam por evidências e providências, ainda hoje os vemos como datas comemorativas.
Crianças, idosos, animais. Professores, Francisco de Assis, ONU. Livro, alimento, Aparecida. Tudo isso num mês só chamando a nossa atenção!
Olhamos e vemos crianças analfabetas, desamparadas, desnutridas.
Idosos abandonados, desamparados, famintos.
Animais maltratados, rejeitados, barbarizados.
Livros no lixo, estudantes sem livros, cidades que nunca viram uma biblioteca.
Países em guerra e desamparados onde a ajuda nunca chega e quando chega é desviada dos seus objetivos.
Mês importante este para pensarmos. Por que se concentram tantas homenagens à falência? Por que ao invés de estar concentrada num mês do calendário não é estendida ao ano todo, mês a mês, dia a dia lembrando-nos de nossas responsabilidades?
É certo que muitos movimentos se fazem em face da lembrança do dia que se fixou no calendário. Manifestações, trabalhos escolares, organizações protetoras, palestras, reportagens, pauta de programas televisivos e por que não dizer nos Congressos da vida social e política? Todos preparados o ano inteiro para aquela data, onde faixas, cartazes e discursos são guardados e muitas vezes não renovados no ano seguinte. “Não precisa inovar, já que a memória é curta e ninguém vai lembrar mesmo e ademais os problemas continuam iguaizinhos”... Disse alguém ou algum político ao manifestar as suas demagogias pouco criativas, mas muito promocionais.
E a oração de São Francisco continua nas bocas, cantadas, rezadas, recitadas e lembradas. Muitos a tem decorada na ponta da língua, mas não se servem dela como exemplo, nem como conduta de vida.
E o mês passa, entra novembro e os pensamentos são voltados aos shoppings, pois afinal de contas o Natal está chegando.
Paz e muito amor para todos. Valéria Ribeiro.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Preconceito uma raiz quase indestrutível.


Bons momentos para todos!

Queridos amigos não poderia deixar de comentar com vocês minha experiência desses dias. Saber da existência da nuvem negra do preconceito já é desagradável, mas presenciar, mesmo que silenciosamente numa mesma base de crença é complicado. 
Na religião, crença, fé, convicção, que seja lá o que se chama no que se acredita, ou no que se guia, é a maior manifestação de preconceito que já pude observar. Nada de novidade, sei que estão pensando e na verdade muito não se pode fazer, já que se chega ao extremo do fanatismo quando “acreditam-se” em “verdades” inculcadas de maneira tão sólidas que chegam a robotizar os seguidores.
O que me espanta e não digo isso agora, mas já de longe, é perceber que mesmo dentro das Doutrinas dos espíritos, crenças das mais atacadas, podemos constatar tristemente esse preconceito tomar força inspirando e induzindo seus mais nobres seguidores a defenderem uma linha como a mais pura, a perfeita, a transformadora dentre as demais. Fico ainda entristecida em perceber que há distinção entre elas mesmas como se não bastassem serem inteiramente sabedoras da existência dos espíritos, pois que “qualquer espírito” não serve como referência. Então encontramos: Doutrina espírita, espiritismo, espiritualismo... Classificações mil que “definem” a “verdadeira”, a “quase verdadeira”, a “falsa”, a “quase falsa”, a “embusteira”, a que não segue isso, a que não segue aquilo...
Vejam bem, temos nossa caminhada e nela implicam-se nossas vivências, nossas descobertas, nossas experiências. Nesta caminhada podemos ou não nos dar a oportunidade de ampliar nosso conhecimento nas oportunidades das experimentações onde nelas estão vinculadas as nossas escolhas. Podemos escolher o melhor para nós naquilo que nos faz bem, nos faz confiar e nos faz crescer de alguma forma. Estou falando nos parâmetros da normalidade. Taxamos muitas vezes nossas escolhas como verdades que cristalizamos ao ponto de não permitirmos dar chances a mais nada, mesmo que declaradamente esteja em união processual com o que escolhemos, apenas não permitimos uma análise mais apurada e menos deturpada de nossa visão com relação ao outro. Assim, percebo dentro do mundo da crença nos espíritos divisão equivocada ou articuladamente pré-conceituada em algumas atrasadas, outras diferentes, primitivas, etc.
Num trabalho dito de cura, onde está em comum acordo com a espiritualidade, penso que toda forma de bem servir, bem tratar, bem intencionar está dentro do que Jesus chamou de intencionalmente construtivo e bom. Se estiver sentado, em pé, cantando, orando, evocando, solicitando aos espíritos as suas contribuições energéticas para aquele trabalho no bem, o que importa? Por que o trabalho com os espíritos precisa de regras? Por que precisa estar estabelecido dentro de fórmulas? No terreiro ou numa sala fechada, o que importa? Por que taxar, numerar, cronometrar, rotular o trabalho no bem? Disciplina, fé, boa conduta, exemplos individuais e verdadeiros, desmascarados de “falsas intenções”, isso sim, acho importante.
Se o espírito precisa da dança, do canto, da alegria para manifestar e ajudar, o que tem demais?
Presenciei um trabalho maravilhoso de manifestação de entidades que se apresentaram para ajudar, curar, animar, dar esperança, dar oportunidade a todos de recebê-los respeitando o momento de cada um num ambiente livre de preconceito.
Quantos médiuns que não tiveram oportunidades, ou mesmo, que não encontraram aberturas para as suas manifestações livres de observações rigorosas e avaliativas, puderam dar asas aos seus potenciais. É claro que não falo de manifestações sem apoio, mas em oportunidades de começarem sem medos, para que, aos poucos e com amor e carinho possam aprenderem a controlar, educar e dessa forma em parceria com os espíritos atuarem positivamente. 
Muitas vezes médiuns se perdem em suas oportunidades por simplesmente terem que ficar esperando um aval que nunca vem. Por qual autoridade alguns acham que têm nas mãos o poder de convocar ou não esse ou aquele médium para um simples começar? 
Se encontram essa chance o médium pode enfim atuar e cumprir sua rota e  o que importa mesmo é que tiveram oportunidades em despertarem suas capacidades mediúnicas sem preconceito nem medo. Poderão contribuir seguindo seu livre arbítrio.
O trabalho espiritualista universalista é um trabalho de amor universal. Respeita as informações trazidas pelos pesquisadores, educadores, cientistas que tiveram o interesse em atentarem para a existência do mundo espiritual e suas atuações no mundo material pesado, ou seja, o dos encarnados. Kardec, Ramatis, Buda, Dalai Lama, Chico Xavier, Bezerra de Menezes, pretos velhos, ciganas, caboclos, anjos, mentores e todos encarnados e ou desencarnados envolvidos num mesmo trabalho para o bem com Jesus e para Jesus.
Precisamos dar chance ao bem sem preconceito.
Precisamos dar chance ao bem sem críticas.
Precisamos dar chance ao bem sem a vaidade de nossas “verdades”.
Precisamos dar chance ao bem sem a máscara do “bonzinho” que participa, agradece e depois condena.
Jesus veio até nós proclamar o amor universal. Não julgou, não condenou, não impôs regras. Só pediu amor incondicional entre os homens. Respeito e consideração uns para com os outros.
Se os espíritos ajudam na nossa cura material que é a do corpo, certamente respeitando o livre arbítrio de cada um, pouco fará pelo espírito individual e próprio de cada um. Esse só a auto cura se fará eficiente, mas na mesa ou no terreiro pouco se pode fazer se esse espírito encarnado que procura a ajuda do desencarnado não mudar o rigor de suas convicções nas certezas que inculcou no seu julgar verdadeiro. A autoanálise e a transformação moral é o remédio para todos os nossos males. Os espíritos auxiliam com carinho, mas não fazem milagres.
Assim como informou Bezerra de Menezes através de nosso querido Chico a um consulente que procurava o remédio para seus males e teve a mesma receita que obteve no terreiro.
- Mas esse remédio é o mesmo que me deram no terreiro. Disse o rapaz...
- Sim, pois esse espírito é o mesmo. Disse Chico falando da entidade presente. Bezerra de Menezes que havia receitado ao rapaz como preto velho, dias antes.  
E o rapaz foi-se admirado.
Paz e muito amor para todos. Valéria Ribeiro.  

sábado, 24 de setembro de 2011

As coisas da vida...

                                                QUE COISA HEM?

Bons momentos para todos.
Queridos vou ser sincera. "Eu estava assim qualquer coisa"...Então minha amiga Neyde que é qualquer coisa de maravilhosa me mandou essa coisa que não sei o que é e nem sei quem inventou, mas achei uma coisa louca e resolvi postar aqui!
Coisa boa ou coisa ruim, essa coisa é criativa para mim! Beijos e fiquem com Deus. Valéria Ribeiro
OBS. Quem souber quem é o autor dessa "coisa" me diga ok?


Não sei quem é o autor dessa coisa, só sei que é coisa boa de ler....
 
Coisa 
 
A palavra "coisa" é um bombril do idioma. Tem mil e uma utilidades. É aquele tipo de termo-muleta ao qual a gente recorre sempre que nos faltam palavras para exprimir uma idéia. Coisas do português. 
  
      A natureza das coisas: gramaticalmente, "coisa" pode ser substantivo, adjetivo, advérbio. Também pode ser verbo: o Houaiss registra a forma "coisificar". E no Nordeste há "coisar": "Ô, seu coisinha, você já coisou aquela coisa que eu mandei você coisar?". 
  
      Coisar, em Portugal, equivale ao ato sexual, lembra Josué Machado. Já as "coisas" nordestinas são sinônimas dos órgãos genitais, registra o Aurélio. "E deixava-se possuir pelo amante, que lhe beijava os pés, as coisas, os seios" (Riacho Doce, José Lins do Rego). Na Paraíba e em Pernambuco, "coisa" também é cigarro de maconha. 
  
       Em Olinda, o bloco carnavalesco Segura a Coisa tem um baseado como símbolo em seu estandarte. Alceu Valença canta: "Segura a coisa com muito cuidado / Que eu chego já." E, como em Olinda sempre há bloco mirim equivalente ao de gente grande, há também o Segura a Coisinha. 
  
       Na literatura, a "coisa" é coisa antiga. Antiga, mas modernista: Oswald de Andrade escreveu a crônica O Coisa em 1943. A Coisa é título de romance de Stephen King. Simone de Beauvoir escreveu A Força das Coisas, e Michel Foucault, As Palavras e as Coisas. 
  
       Em Minas Gerais, todas as coisas são chamadas de trem. Menos o trem, que lá é chamado de "a coisa". A mãe está com a filha na estação, o trem se aproxima e ela diz: "Minha filha, pega os trem que lá vem a coisa!". 
  
        Devido lugar: "Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça (...)". A garota de Ipanema era coisa de fechar o Rio de Janeiro. "Mas se ela voltar, se ela voltar / Que coisa linda / Que coisa louca." Coisas de Jobim e de Vinicius, que sabiam das coisas. 
  
        Sampa também tem dessas coisas (coisa de louco!), seja quando canta "Alguma coisa acontece no meu coração", de Caetano Veloso, ou quando vê o Show de Calouros, do Silvio Santos (que é coisa nossa). 
  
        Coisa não tem sexo: pode ser masculino ou feminino. Coisa-ruim é o capeta. Coisa boa é a Juliana Paes. Nunca vi coisa assim! 
  
        Coisa de cinema! A Coisa virou nome de filme de Hollywood, que tinha o seu Coisa no recente Quarteto Fantástico. Extraído dos quadrinhos, na TV o personagem ganhou também desenho animado, nos anos 70. E no programa Casseta e Planeta, Urgente!, Marcelo Madureira faz o personagem "Coisinha de Jesus". 
  
         Coisa também não tem tamanho. Na boca dos exagerados, "coisa nenhuma" vira "coisíssima". Mas a "coisa" tem história na MPB. No II Festival da Música Popular Brasileira, em 1966, estava na letra das duas vencedoras: Disparada, de Geraldo Vandré ("Prepare seu coração / Pras coisas que eu vou contar"), e A Banda, de Chico Buarque ("Pra  ver a banda passar / Cantando coisas de amor"), que acabou de ser relançada num dos CDs triplos do compositor, que a Som Livre remasterizou.         Naquele ano do festival, no entanto, a coisa tava preta (ou melhor, verde-oliva). E a turma da Jovem Guarda não tava 
nem aí com as coisas: "Coisa linda / Coisa que eu adoro". 
  
        Cheio das coisas. As mesmas coisas, Coisa bonita, Coisas do coração, Coisas que não se esquece, Diga-me coisas bonitas, Tem coisas que a gente não tira do coração. Todas essas coisas são títulos de canções interpretadas por Roberto Carlos, o "rei" das coisas. Como ele, uma geração da MPB era preocupada com as coisas. 
  
        Para Maria Bethânia, o diminutivo de coisa é uma questão de quantidade (afinal, "são tantas coisinhas miúdas"). Já para Beth Carvalho, é de carinho e intensidade ("ô coisinha tão bonitinha do pai"). Todas as Coisas e Eu é título de CD de Gal. "Esse papo já tá qualquer coisa...Já qualquer  coisa doida dentro mexe." Essa coisa doida é uma citação da música Qualquer Coisa, de Caetano, que canta também: "Alguma coisa está fora da ordem." 
  
         Por essas e por outras, é preciso colocar cada coisa no devido lugar. Uma coisa de cada vez, é claro, pois uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa. E tal coisa, e coisa e tal. O cheio de coisas é o indivíduo chato, pleno de não-me-toques. O cheio das coisas, por sua vez, é o sujeito estribado. Gente fina é outra coisa.. Para o pobre, a coisa está sempre feia: o salário-mínimo não dá pra coisa nenhuma. 
  
        A coisa pública não funciona no Brasil. Desde os tempos de Cabral. Político quando está na oposição é uma coisa, mas, quando assume o poder, a coisa muda de figura. Quando se elege, o eleitor pensa: "Agora a coisa vai." Coisa nenhuma! A coisa fica na mesma. Uma coisa é falar; outra é fazer. Coisa feia! O eleitor já está cheio dessas coisas! 
  
         Coisa à  toa. Se você aceita qualquer coisa, logo se torna um coisa qualquer, um coisa-à-toa. Numa crítica feroz a esse estado de coisas, no poema Eu, Etiqueta, Drummond radicaliza: "Meu nome novo é coisa. Eu sou a coisa, coisamente." E, no verso do poeta, "coisa" vira "cousa". 
  
         Se as pessoas foram feitas para ser amadas e as coisas, para ser usadas, por que então nós amamos tanto as coisas e usamos tanto as pessoas? Bote uma coisa na cabeça: as melhores coisas da vida não são coisas. Há coisas que o dinheiro não compra: paz, saúde, alegria e outras cositas más. 
  
        Mas, "deixemos de coisa, cuidemos da vida, senão chega a morte ou coisa parecida", cantarola Fagner em Canteiros, baseado no poema Marcha, de Cecília Meireles, uma coisa linda. Por isso, faça a coisa certa e não esqueça o grande mandamento: "amarás a Deus sobre todas as coisas". 
 
       ENTENDEU O ESPÍRITO DA COISA  ? ? ?

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Qual é a sua prioridade hoje?



Bons momentos para todos.
Queridos amigos ultimamente venho pensando bastante a respeito das minhas prioridades. PRIORIDADE esta palavra que significa qualidade do que está em primeiro lugar; primazia. Qualidade de uma coisa que é posta em primeiro lugar dentro de uma série ou ordem; segundo consta em nosso dicionário. Bem definido o significado, mas mal resolvido o entendimento. O que priorizar? Como definir internamente nossas prioridades em detrimento às consequências que dela surgem com relação ao exterior e tudo que faz parte dele? Priorizamos para o nosso bel prazer? Para o nosso bem querer? Para o nosso bem estar? Para o nosso bem entender? Para o nosso bem resolver? Priorizamos por quê? Para quê? Será que sabemos? Hoje percebo que nossas decisões, baseadas nas nossas prioridades, têm muito a ver com o entendimento e desenvolvimento moral em que nos encontramos no momento da escolha. Provavelmente o que priorizamos ontem, não priorizamos hoje caso haja amadurecimento neste tempo. Parece meio complicado, mas não é. Também sei que para muitos, isso não é novidade nenhuma já que mudamos de ideia muitas vezes e assim nossas prioridades também mudam. Sei disso, e na verdade, o que quero dizer, é que mudamos de ideia sim, mas sempre a nosso favor e as prioridades seguem egoisticamente essas mudanças. Priorizar a favor do outro é que é difícil e quando essa mudança em nós segue o caminho do respeito, da solidariedade e da fraternidade nossas prioridades passam a ser coletiva e não individual.
O que priorizamos hoje? Reciclar o lixo ou acomodarmos na facilidade de descartar inconsequentemente? Dedicar, educar e cuidar dos nossos filhos, mesmo que ainda sejamos jovens e cheios de vida ou negligenciar tais cuidados e “aproveitar” a vida? Dividir o pão ou fartarmos aos potes cheios? Frequentar templos rigorosamente ou buscar a caridade que nos chama? Sentar na sala confortavelmente horas a fio, lendo ou vendo filmes, seriados ou novelas ou ir à luta voluntariamente contribuindo com o semelhante? Comprar uma bolsa nova, um sapato novo, uma roupa nova ou ajudar com uma cesta básica uma família carente? Visitar algum parente idoso ou doente ou ir àquele filme que está em cartaz? Estudar ou dormir? Escutar um amigo ou desculpar-se, pois está “ocupado”? O que priorizamos? Dia a dia me pergunto em que estão baseadas as escolhas e as prioridades que coloco nelas. Vou cada vez mais “vigiando” estas prioridades analisando sempre antes de decidir por elas. Vejo as consequências de essas escolhas refletirem meu caráter e meu caminhar na evolução de minha vida e percebo nelas a verdade incontestável da lei de ação e reação. A ação do que priorizo reage involuntariamente criando consequências que podem ser boas ou ruins. Somos responsáveis por nossas prioridades diante da contribuição humanitária e universal. Portanto queridos amigos se basearmos sempre nossas prioridades no amor, com certeza estaremos acertando e as reações sempre serão as melhores.

domingo, 28 de agosto de 2011

Pequenos grupos de estudos. Facilitadores do amor.





Bons momentos para todos!

Queridos amigos gostaria de compartilhar com vocês um assunto que me parece importante e que faz parte da minha experiência atual que é a minha participação num grupo de estudo pequeno e que se realiza fora de uma Instituição. Na verdade isso não é uma novidade já que muitos grupos se propõem a esse tipo de encontro para diversos objetivos. Mesmo assim, gostaria de dar o meu depoimento a respeito de minha experiência. Como alguns de vocês já sabem por acompanharem a trajetória de minhas postagens, minha experiência nas Instituições não foi lá muito agradável e não responsabilizo ninguém, mas a mim mesma que ainda não sabia distribuir o imenso amor que trago em meu peito. Praticar esse amor é realmente muito difícil por trazermos em nosso interior mental memórias que mesmo inconscientes nos favorecem negativamente nos deixando vulneráveis e reticentes aos burilamentos externos que sofremos no decorrer da convivência. Só a compreensão dos que nos orientam pode fazer com que compreendemos e relevemos essas “cutucadas” que despertam e espelham nossos “defeitos” fazendo com que reajamos e nos defendamos SEMPRE.
Eu infelizmente não encontrei dentro de nenhuma instituição que frequentei esse apoio, mas isso não quer dizer que não tenha, apenas acho eu, que no meu caso, precisava disso para despertar em mim outras opções. E, foi isso que aconteceu. Mas, deixo claro que frequento apoio e não sou contra as instituições. Apenas não me envolvo totalmente em nenhuma delas. Principalmente nos “cargos” administrativos, pois minha experiência foi traumática.
Fui a uma excursão em Minas em abril, como já disse em outro papo com vocês, e me encantei com a simplicidade do que vi na prática evangélica dos seguidores de nosso querido Chico Xavier. Trabalhos maravilhosos onde impera a humildade, a simplicidade e o amor. Claro que tendo um mestre desse porte por perto pode ficar mais “fácil” entender e praticar, em todo caso temos a literatura, a começar pela bíblia, que mesmo com toda a sua “controvérsia” nos indica o caminho que Jesus nos mostrou.
Mesmo assim, é difícil romper a barreira da vaidade que assola  todos que de alguma forma, se encontra na condição de mestre orientador e que tem por responsabilidade ajudar seus “seguidores” a tirarem o véu da ignorância. Na verdade o objetivo maior passa a ser virar os holofotes para si mesmo e para a instituição em si com obras faraônicas desnecessárias e apresentações orais maçantes e de pouco entendimento, mas isso é outra coisa e claro que existem exceções.
Voltando ao objetivo, sentimos a necessidade de buscar esse caminho amoroso e simples que nos mostrou tanta dificuldade nos caminhos equivocados, assim fomos à luta. Já alguns meses que me reúno num pequeno grupo para estudar o amor. Isso mesmo amigos, estudar o amor, pois aprendemos que mesmo tendo a centelha Divina cravada em nosso espírito da capacidade de amar, pois nosso Criador é perfeito e não nos deixou a deriva, mesmo assim, precisamos escavar o chão de nossas experiências não tanto plausível, para encontrarmos novamente essa centelha aprendendo a lidar com ela da maneira mais pura possível. Não é fácil!
Despirmos de tudo que assimilamos e que foi enterrando essa centelha no mais fundo possível com o acúmulo de ódios, ressentimentos, orgulhos, vaidades, vinganças, injustiças, fome, medo, exploração e tudo que podemos ter passado e adquirido no decorrer de séculos e séculos de vidas vividas na carne ou não, para enfim desvencilhar e purificar nossos sentimentos e para que possamos vivenciar o amor que Jesus trouxe para nós com relação a tudo e a todos, é um exercício que requer paciência, força de vontade e porque não dizer sacrifício. E isso, só se consegue praticando diariamente e convivendo com “semelhantes” com o mesmo fim, isso é, em formação de grupos com objetivo comum, para que nessa pequena convivência possamos levar para a amplitude da convivência esse aprendizado.
Primeiro pratica-se o amor no pequeno grupo, para ampliar esse amor no grupo maior.
Vejamos o exemplo de Jesus; reuniu seus apóstolos, orientou, trocou com eles, exercitou com eles e facilitou para que eles continuassem a missão. Não juntou perfeição, pois os apóstolos eram homens comuns aprendendo a amar. Nas reuniões na casa de Pedro, conversavam e aprendiam e também reunia e pregava nas Sinagogas.
Chico Xavier ao perceber que o centro que fundara estava ficando “inchado” e que os objetivos propostos estavam sendo corrompidos pelo excesso de vaidade saiu e fundou a casa da prece levando a simplicidade até o fim de sua missão.
Nosso grupo ainda é tímido em suas práticas, mas caminha para ampliar o amor que desperta nele humildemente. Vou para Saquarema todo domingo me ausentando em raríssimas exceções com o coração transbordando de felicidade, pois através dos estudos, das confidências, das experiências, temos percebido a imensidão de amor que podemos despertar e amplificar para os domínios externos dos nossos momentos. No momento de nosso encontro o evangelho está presente em primeiro lugar, mas também cede espaço para o aprendizado sem preconceito ampliando nosso conhecimento, nos fazendo pensar e facilitando nossas escolhas.
Não desprezo as instituições, pelo contrário, cada membro do nosso grupo frequenta o seu lugar que escolheu, ajudando e colaborando com suas rotinas nos estudos, nas palestras, nos encontros fraternos. Mas, os grupos pequenos que se reúnem também fora da instituição tem o apoio da espiritualidade que trabalha em conjunto com esses grupos na qualidade de objetivos sérios. E curas, orientações e resgates, são feitos também ali, pois sabemos dos espíritos andarilhos que buscam “outras opções” para confiar, aceitar e optar em seguir outro caminho que não seja o que pensam ser o certo.
Muitas vezes não conseguimos formar esses grupos nas instituições porque sem orientação adequada os frequentadores dedicados não conseguem enxergar que precisam também de ajuda e disponibilizam o atendimento fraterno apenas aos que chegam e não aos que já estão no trabalho. Muitas vezes formam-se subgrupos com objetivos comuns que literalmente excluem outros que querem se chegar e assim, se perdem nos objetivos fazendo do trabalho maior que é o amor se perder na própria convivência dos membros dessa instituição. A liderança é muito importante para o encaminhamento dessas almas que já estão no caminho, mas cegos no trajeto.


Os pequenos grupos facilitam a engrenagem dessa aprendizagem e despertam o amor coletivo. Foi nos dito pelos espíritos que a família é nosso primeiro grupo de experiências para a prática do amor, então quando dizemos que nosso grupo da nossa instituição é uma família, devemos buscar em nosso interior se tratamos nossa família do lar com amor, pois só assim poderemos levar para a nossa família institucional a verdadeira tolerância da convivência. Nos pequenos grupos podemos perceber a dificuldade dessa convivência, mas também podemos praticar essa convivência fazendo um paralelo com nossas experiências no lar.
O ideal é partir dessa experiência nos grupos pequenos fortificando o amor e ampliando para os grupos maiores. E quando já se está inserido no grupo institucional, procurar nos grupos pequenos o apoio para a superação das adversidades que surgem nos burilando a todo o momento nos grupos maiores.
Nosso grupo que acontece todos os domingos as 15 h num local reservado na casa de um membro tem nos feito pensar, analisar e dentro dos estudos propostos vamos transformando nossa conduta perante a vida e os semelhantes. Nosso grupo está unido pelo amor e procura aprender a amar como Jesus nos indicou. E, através das psicografias e psicofonias que recebemos com conselhos, indicações e manifestações de apoio, estamos cada vez mais convencidos que é preciso aprender a amar escavando no fundo de nossa alma a centelha Divina que nosso Criador nos forneceu.

Paz e muito amor para todos. Valéria Ribeiro.  

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Basta pensar positivo para conquistar?






Bons momentos para todos!
Queridos amigos em primeiro lugar gostaria de me desculpar pela minha ausência nas postagens. Ando um pouco atarefada com afazeres que me tomam certo tempo me fazendo espaçar um pouco mais as minhas postagens.
Na vida não podemos radicalizar em nada, o equilíbrio é a base para o bom andamento de nossos projetos. Em certos momentos precisamos priorizar algumas coisas que nos demanda atenção. Estive organizando a minha vida num novo lar e tomando providências burocráticas com referência a direitos legais que a mim competiam. Então, priorizei algumas coisas e me dediquei, além disso, ao romance que apesar de espaçadas postagens continua em andamento. Ufa! A vida é assim.
O que escrevo para vocês hoje não é nenhuma novidade, mas faz parte de todas essas experiências com que venho tendo neste e em outros momentos de minha vida; As consequências do pensamento positivo. Temos diversas teorias, estudos psicológicos, teológicos, experimentais e etc. Temos também uma imensidão de livros, cds, dvds, palestras e grupos chamados “auto ajuda” que fala, repete e ensina o poder do positivismo em nossas vidas. Dão explicações científicas baseadas na liberação de hormônios e tudo mais. Não sei e nem posso dar o meu parecer a respeito, até porque, gosto de me basear simplesmente em minhas experiências sempre respeitando a individualidade de cada um em ver e tratar dos seus problemas.
No meu caso, comprovo que ser positiva sem exagerar na esperança que nos leva as expectativas exageradas, foi e é para mim uma sucessiva vitória. Sempre obtive o que precisava, pois sempre fui positiva em meus pensamentos e vontades para com as possíveis realizações daquilo que necessitava naquele momento. Sem exageros e nem pieguismos, minha vida foi e é uma prova atrás da outra de resistência e sustentação de vida entre possibilidades e realizações. Quem acompanha o meu blog pode constatar em diversos relatos que faço, sem constrangimento nenhum de minha parte, minhas experiências. Minha vida é um livro aberto.
O pensamento positivo sempre esteve presente em minha vida e mesmo em momentos de ansiedade e depressões naturais que vivemos em momentos de pressão estive positivamente conectada com um final feliz. Claro minha gente! Que já desanimei defrontando injustiças, mas buscava em meu íntimo uma solução positiva para meu coração poder lidar com as situações e quando pesou muito, busquei a fé, a terapia alternativa e mesmo a medicina. Nada de mais, mesmo porque, devemos buscar sempre as soluções.
Sempre tive a certeza de que somos e vivemos energia e essa energia atrai ou é atraída pelo que melhor a percebe e a sintoniza. Energia positiva ou negativa elas estão aí para servir a quem as procura. Mas, não conseguimos sem esforços próprios nem elevando nossa capacidade para o que necessitamos. Dificilmente arrumaremos um trabalho adequado às nossas necessidades, qualidades e vontades se não nos prepararmos para ele. Não conquistaremos o que queremos na inércia do viver hibernando somente na vontade. Precisamos associar a vontade ao preparo, pois temos capacidades para isso.
Ter pensamento positivo não é fazer mágica e não conseguiremos ler se não nos alfabetizarmos, portanto querer é poder, mas poder é preparo. Jesus veio até nós apresentar o amor e dizer que tudo é possível se tivermos fé. Só, que Jesus conquistou uma evolução e se preparou muito para estar entre nós. Ter fé é também fazer por onde. E, amar é uma conquista que depende muito de nossa vontade em mudar nossos velhos hábitos.
Para nos favorecermos com nosso pensamento positivo, precisamos limpá-lo de angústias, tristezas e velhos conceitos, aqueles inculcados em nós e que nos faziam derrotistas por nos acharmos incapazes em séculos de opressão.
Competência, amor, fé e pensamento positivo; aí está a fórmula para sintonizarmos com a conquista do que desejamos.
Paz e muito amor para todos. Valéria Ribeiro.