sexta-feira, 6 de maio de 2011

Vamos amar, assim poderemos "CARIDAR".





Bons momentos para todos!

Olá pessoal desejo muito amor para todos. E aproveitando, gostaria de falar com vocês sobre essa palavrinha com apenas quatro letras que de tão simples nos parece complicada demais.

Amar, amor... Seu som é generoso aos ouvidos para quem o ouve da própria boca ou para os que ouvem de bocas alheias.

Amor(ô) sm 
1- Atração espontânea e intensa por alguém ou por alguma coisa. 
2- Desvelo, carinho. 
3- Objeto de afeto. 
4- Pessoa bondosa. 
5- Namoro.
Esta é a definição nos apresentada nos dicionários (com pequenas diferenças entre as edições).

Mas o que seria mesmo o amor? Aquele que ouvimos tanto nas escrituras, o que Jesus nos recomendou?

Quando Paulo de Tarso fala sobre a caridade, ele diz que nada seria completo se não existir a verdadeira caridade, mas na verdade a real tradução seria amor porque o que move o ser para a verdadeira caridade é o amor simples e real. Amar já é “caridar”.
Completando... “O amor é paciente; é brando e benfazejo; o amor não é invejoso; não é temerário; nem precipitado; não se enche de orgulho; - não é desdenhoso; não cuida de seus interesses; não se agasta; nem se azeda com coisa alguma; não suspeita mal; não se rejubila com a injustiça, mas se rejubila com a verdade; tudo suporta tudo crê, tudo espera, tudo sofre”.


“Amar uns aos outros como EU vos amei”... Quando Jesus colocou essa máxima, dando um complemento à sua primeira recomendação que foi: 
“Amar ao próximo com a ti mesmo”... Ele quis fazer a observação da importância do não equívoco quanto ao amar egoisticamente e sim amar inteiramente, entregue livre e puro.

É importante sim aprendermos a nos amar respeitosamente, seguramente e caridosamente conosco, pois esse amor gerará um amor externo automaticamente e espontaneamente. 
Amar ao próximo é entregarmos nosso sentimento infantil e puro para que nossas ações possam ser livres de julgamento fazendo-nos próximos dos semelhantes viventes, ou seja, tudo que respira vida seja aqui ou lá. Assim, aprendemos a amar incondicionalmente e Universalmente.

Nestas quatro letras do nosso amor que em algumas línguas variam em quantidade para mais ou para menos, encontramos o som da música Universal soando em nossos ouvidos o entendimento Divino de ideal.

“Caridade sem amor folha seca a voar. Caridade com amor folha viva a doar”. Irmão José.

Pois bem amigos queridos, nesta palavra inventada desejo a todos a disposição na transformação da mente e do coração....Vamos “CARIDAR”!
Paz e amor para todos! Valéria Ribeiro.

Para nosso conhecimento: Amor em 16 linguas.
Love (Inglês)
Amour (Francês)
Amore (Italiano)
Liebe (Alemão)
Любовь (Russo)
الحب (Árabe)
爱情 (Chinês)
사랑 (Coreano - (salang))
Amor (Espanhol e Português)
愛 (Japonês)
Liefe (Holandês)
Förälskelse (Sueco)
dragoste; iubire (Romeno)
Japonês -
愛 (ai)
Mandarim -
愛 (ai)
Grego moderno - αγάπη (agápi)

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Milho de pipoca.

Bons momentos para todos!
Olá pessoal, encontrei essa preciosidade e gostaria de compartilhar com vocês. Quantos de nós não somos esses piruás que fechados em nós mesmos recusamos e não aproveitamos o fogo da vida para "estourarmos e nos transformarmos?" Joguemo-nos ao fogo que nos queima, mas nos transforma, pois recusarmos a dor para não sofrermos, não adianta e sim atrasa nossa caminhada. Quão deliciosa é a pipoca após estourada apreciada e saborosa, doce ou salgada? Que possamos ser um milho a estourar alegria e beleza. 
Paz e amor para todos. Valéria Ribeiro.





          A transformação do milho duro em pipoca macia é símbolo da grande transformação porque devem passar os homens, para que eles venham a ser o que devem ser. O milho da pipoca não é o que deve ser. Ele deve ser aquilo que acontece depois do estouro.
          O milho da pipoca somos nós: duros, quebra-dentes, impróprios para comer. Pelo poder do fogo podemos, nos transformar em outra coisa. Mas a transformação só acontece pelo poder do fogo. Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca para sempre.
          Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosas. Só que elas não percebem. Acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
          Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder o emprego, ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão, sofrimentos cuja causas ignoramos.
          Há sempre o recurso do remédio. Apagar o fogo. Sem fogo, o sofrimento diminui. E com isso a impossibilidade da grande transformação.
          Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesmo, ela não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada.
          A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: PUM! - e ela aparece como outra coisa completamente diferente que ela mesma nunca havia sonhado.
          Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A sua presunção e o medo são a dura casca de milho que não estoura. O destino delas é triste. Não vão se transformar, por enquanto, na flor branca e macia. Não vão dar alegria para ninguém enquanto tiverem essa postura. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás...
                  Rubens Alves - Jornal Correio Popular de Campinas (SP). Retirado da apostila de Filosofia do SE - CNEC.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Realeza e ostentação, reverência e submissão: Ainda valorizamos?




Bons momentos para todos!
Queridos amigos, acordei hoje pela manhã e quando fui dar uma olhada nas notícias me deparei com uma enxurrada de programações nas principais redes de televisão sobre o casamento real.
Fiquei boquiaberta, pois pude constatar que o mundo ainda se abaixa para dar reverência à realeza e perde seu tempo olhando ostentação e cenas de exibição. Desperdício de dinheiro em bobagem enquanto o mundo clama por ajuda, a falta de colaboração e a miséria correm soltos à nossa volta.
Não vejo tamanho empenho jornalístico para uma campanha firme contra o desarmamento, a extinção do tráfico, a educação sanitária, a contribuição humanitária, a educação na preservação do Planeta, a importância do controle de natalidade através da educação popular e do amor ao próximo, à ajuda aos nossos jovens e as nossas crianças que estão se afundando nas drogas e muito mais.
Não querendo radicalizar, vemos sim, mas com muito pouco interesse e só através de reportagens onde são puxadas por tragédias e desgraças.
Meus queridos amigos, perder tempo assistindo casamento de príncipe é demais. Nesse tempo podemos ler um livro, ajudar alguém, produzir, contribuir e somar com a humanidade. Muita paz e amor para todos. Valéria Ribeiro.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

HUMANIZAÇÃO





Bons momentos para todos!


          Queridos amigos encontrei essa pérola e gostaria de dividir com vocês.
Esse blog destina-se ao despertamento, a começar por mim, da necessidade na preocupação com relação à importância da Humanização no trato geral. Numa busca de nossa educação espiritual, vamos despertando nossa essência que está na centelha Divina que trazemos  latente em nosso íntimo. 
Nascemos para sermos felizes, mas optamos pela dor. Resgatando o verdadeiro sentido da vida finalmente e espontaneamente, vamos respeitando uns aos outros nos educamos e aprendendo a AMAR.  


          "Hostilidade, aversão, desafeto, ressentimento: semelhantes palavras assinalam estados evolutivos nos quais se fixam, transitoriamente, milhões de criaturas.


          Os antagonismos entre as pessoas, na essência, expressam atritos, nos quais se lhes embatem as forças de envoltório, das quais, por fim, se desvencilham com o tempo, de modo a adquirirem os recursos de elevação que lhes patrocinam a transferência para as Esferas Superiores.


          A imagem mais adequada ao esclarecimento do assunto, temo-la, mais particularmente, na atualidade, nos foguetes fabricados pelo homem, destinados à pesquisa do Espaço Cósmico.
          À medida que alcançam as alturas, os engenhos dessa espécie se desfazem de cápsulas diversas, conquistando leveza e liberação para transitarem sem maiores empeços, à distância do centro de gravitação que os atrai.
          Erguendo-se o Plano Físico por região, na qual ainda preponderam os impulsos animais de egoísmo e auto-defesa, quantos se liberam de semelhantes impedimentos se projetam nos altos domínios da compreensão, penetrando outros campos relacionados com a Cúpula do Universo.
          Eis porque atingindo a própria humanização, a criatura deixa de conhecer adversários para encontrar unicamente irmãos em qualquer clima evolutivo.


          Esforcemo-nos, assim, ao máximo, para entender acima de julgar e, pouco a pouco, o conceito de inimigos se nos afastará da mente, porquanto, ainda mesmo nos companheiros que se empenham a ferir-nos, identificaremos candidatos ao remédio e à piedade e por eles trabalharemos a fim de que o bem os favoreça, com a dedicação de quem se auxilia, auxiliando aos próprios irmãos."


Do livro Convivência - Emmanuel/Chico Xavier.


Paz e amor para todos. Valéria Ribeiro. 

terça-feira, 26 de abril de 2011

Quem são os vendilhões do Templo?

Bons momentos para todos!

Queridos amigos passei esse feriado numa maratona incrível.
Fui fazer uma excursão lá pelas bandas de Minas mais precisamente pelos lugares considerados exemplos espíritas.
Fui uma e voltei a mesma, pois em meu íntimo nada se modificou apenas deu base para que eu não mais me violentasse com minhas dúvidas e meus sentimentos “atormentados” com relação às minhas indagações íntimas. Está ficando doido? Vou explicar:
A Doutrina dos espíritos percebo eu, sempre esteve em minhas entranhas. Procurava, espreitava, lia, frequentava, mas não me “intrometia”. Acho que meu íntimo me “avisava” cuidado! Acontece que na vida precisamos caminhar nosso caminho e mesmo nos desvios acabamos por pegar o “atalho” necessário.
Adentrei uma instituição e me “intrometi” fervorosamente nela. Decepções, contrariedades, maus entendimentos, desconfortos e por fim fui “retirada” deliberadamente dos meus trabalhos impiedosamente e sem dramas de consciência pelos “julgadores”. Fiquei à deriva e como meu íntimo me cobrava os feitos e os bons espíritos não nos abandonam quando assinalamos sua necessidade em nossas vidas continuei.
Precisei mudar de cidade e como somos teimosos minha busca continuou e minhas “decepções” também. Via algo errado, mas ainda não tinha tido a oportunidade de estagiar adequadamente e de ser supervisionada adequadamente na prática doutrinária do Evangelho de Jesus, por isso meu íntimo não se adaptava ao que meus sentidos captavam ao meu redor. A viajem que fiz foi a Misericórdia do Pai amado me presenteando com este estágio, confirmando minhas dúvidas e ao mesmo tempo me “despertando” para a compreensão com relação aos equívocos que não conseguia “suportar”. Quem procura... Sempre acha!
Como é bom ver que o berço (sem generalizar, pois não conheci todos os cento e tantos Centros Espíritas, mas conheci os exemplos) Brasileiro da Doutrina dos Espíritos embalado com o doce canto de nosso querido Chico Xavier inspirado por Emmanuel e tantos outros espíritos iluminados, que trouxe para nós as instruções de Jesus e sua verdadeira Doutrina em seu evangelho foram seguidos por muitos ao pé da letra.
É lindo observar a caridade concreta com seus asilos, creches, orfanatos, hospitais diversos e tantos outros meios comandados por mãos abnegadas e bondosamente sábias. E as instituições? Ora, as “Instituições Espíritas” eram meras salas simples, onde o culto também simples se baseava na obra Codificada por nosso Kardec em seu Evangelho Segundo o Espiritismo concretamente explanado e valorizado. Luxo algum, vaidade vigiada, valores apropriados e muito amor.
Pude receber aquele abraço gostoso do Tadeu em Araxá e perceber a grandiosidade de seu trabalho no hospital que se não conhecemos duvidamos. Ver com emoção o Hospital psiquiátrico da querida Modesto Cravo e seu companheiro de jornada Dr. Inácio Ferreira, confirmar a beleza de ver corações sofridos receberem mensagens consoladoras de seus entes queridos pelas mãos de Baccelle, Celso e tantos outros, constatar a simplicidade da casa e do centro do nosso querido Chico, assistir emocionada ao culto das 9 h. em Sacramento que até hoje é feito e iniciado por nosso amoroso Eurípedes Barsanulfo e andar pela sua escola Allan Kardec e seu trabalho consciente que muitos herdaram e hoje praticam que é a verdadeira mensagem de Cristo: A Educação do Espírito! “Vá pescador de almas e faça sua missão que é a de educar essas almas”...
Portanto meus amigos o que gritava meu íntimo era observar a valorização da Instituição enquanto “concreto armado” e suas “necessidades infinitas orçamentárias” em detrimento da Instituição Doutrinária do amor e suas necessidades infinitas humanitárias. Mas, hoje posso compreender que a vaidade, o orgulho, a ambição e o egocentrismo ainda caminham soltos nos corações equivocados e que não me cabe o julgamento.
Jesus veio, reuniu seus apóstolos, orientou e deu-lhes o devido estágio através de seus exemplos e seu apoio e mesmo assim, eles tiveram dificuldades de compreensão só despertando concretamente após o sacrifício do Mestre. Ele, através dos abnegados continuadores deixou para nós suas instruções, mas foi preciso de tempos em tempos enviar mensageiros bondosos para nos instruir e orientar nosso estágio. Quem teve oportunidade de estar com eles pôde concretizar suas aprendizagens e foi isso que assisti em Uberaba e outros lugares, a vivência que Chico postulou exemplificando até as últimas forças sendo continuado por seus seguidores.
Voltei, continuo sem uma Instituição a me dedicar, mas em meu íntimo acalmei minha ansiedade e minha má vontade para com as Instituições que conheci e que como um ímã ao contrário “repeli”. Todos têm a sua hora de despertar! Mas, de todo coração, espero que o despertamento chegue logo, pois sempre teremos que prestar conta das ovelhas que desgarradas e perdidas nos buscam e que por desinteresse nos permitimos desviar.
Aos dirigentes e a todos que de uma forma ou de outra são responsáveis por Instituições, rogo ao Pai clemência para que possam despertar para seu Evangelho o apresentando com a devida orientação e proporcionando o estágio necessário aos que os procuram com seus exemplos, amor e respeito, pois somos todos irmãos, filhos do mesmo Pai e irmãos queridos do generoso, bondoso e paciente Jesus. Assim, com certeza quando uma Instituição intitulada “espírita” for inaugurada, a caridade virá à frente dos interesses materiais que o “prédio” necessita, pois que para divulgar a palavra de Jesus, basta o Evangelho e o amor que ele transmite. Deus provém, portanto quando o trabalho é para o bem, o necessário aparece.
“Oh, meu Deus, será preciso que o Cristo volte novamente à Terra, para ensinar aos homens as tuas leis, que eles esquecem? Deverá Ele ainda expulsar os vendilhões do templo, que maculam tua casa, esse recinto de orações? E, quem sabe? Oh, homens, se Deus vos concedesse essa Graça, se não o renegaríeis de novo, como outrora? Se não o acusaríeis de blasfemo, por vir abater o orgulho dos fariseus modernos? Talvez, mesmo, se não o faríeis seguir de novo o caminho do Gólgota?” O Evangelho Segundo o Espiritismo. Capítulo VII – 11 Instruções dos Espíritos – O orgulho e a Humildade – Lacordaire. Constantina, 1863. 9º parágrafo.
Paz e muito amor para todos! Valéria Ribeiro.