Bons Momentos para todos!
Hoje, depois de muito tempo, resolvi rever o meu blog. Fiquei afastada um pouco cuidando de outras coisas. A vida é assim, tomamos inicialmente nossos projetos como se outras coisas não importassem e nos dedicamos de corpo e alma àquilo que estamos construindo, principalmente se são projetos que nos possibilitam sermos nós mesmos e que nos permitem criar, produzir e fazer crescer nossas obras retiradas das nossas ideias íntimas, muitas vezes encobertas e fechadas para sempre.
O blog para mim era isso, me debrucei nele com o meu coração e a minha alma, me esforçando para que ali fossem postados toda criação de minha mente e todas as vivencias de meu caminho. Por um tempo foi isso. Mas, aos poucos a euforia foi se aquietando e a chama do caminho ainda a caminhar acendendo a luz do continuar em outros planos. Assim, o tempo para ele foi se escasseando e já não sentia mais tanta vontade em lhe dedicar meu tempo. Não que perdi o amor, mas o esgotamento de minhas ansiedades de mãos dadas com o desabafar de minhas ideias, me proporcionaram mais tempo para buscar mais experiências que pudessem preencher mais e mais seu espaço com minhas histórias. Então, fui a luta. Estudar, pesquisar, conhecer mais, experimentar mais, observar mais o humano e sua trajetória. Não abandonei o blog, apenas fui buscar mais para ele.
Vejo em minhas pesquisas o quanto de necessidade nós temos em distribuir nossas expressões com as pessoas. Pesquisei muitos sites, blogs, vídeos e construções jogados na rede com a ânsia de que alguém os veja.
O mundo grita por atenção. O mundo grita por reconhecimento, admiração e destaque. A tecnologia aproximou a humanidade e permitiu tudo, tudinho para ela. Percebo que um pouco do meu afastamento foi para que eu equilibrasse meus anseios e não me perdesse em inutilidades possivelmente construídas por mim, que nada trariam de bom para meu próximo. Penso que foi isso que me freou. Foi bom.
Retorno aqui agora, não mais ansiosa por "postar" tudo e qualquer coisa aqui, mas para dizer que independente de data ou não, de assiduidade ou não, só postarei o que realmente for construtivo para mim e para o outro que irá dedicar seu tempo a ler.
Fico muito feliz por perceber que mesmo não tendo postado ultimamente, muitos procuram o blog e tenho consciência que ele contém várias coisas interessantes, mesmo tendo sidos postados tempos atrás.
Dessa forma, fico mais tranquila em continuar meu caminhar equilibrando minhas construções aqui e ali em meu benefício e em benefício de quem possa se interessar.
Atualmente estou dedicada aos estudos espíritas baseadas na pesquisa científica. Estou também entrando de corpo e alma para me especializar em Terapeuta Naturalista Holística e tudo que envolve essa formação. Minha intenção no momento é me formar integralmente e com segurança para o futuro trabalho de apoio e quem sabe de cura, totalmente baseado na caridade e justamente por isso que preciso estar o mais preparada possível, pois o conhecimento é primordial para um trabalho ético, honesto e produtivo.
Somos mais que corpo, somos matéria de luz e energia. Somos corpo, mente e alma e não podemos mais ignorar isso. Mas, o mundo é mistério e desvendar esse mistério requer muita dedicação e conhecimento. Aprendi que não basta querer, precisamos querer, aprender, dedicar e enfim realizar.
Precisamos buscar nossas capacidades, perder o medo do poder ser, fazer e concretizar algo. Todos somos capazes. Quero muito poder ajudar no despertamento do meu irmão em humanidade e para isso me dedico.
Agradeço de coração aos que vez em quando dão uma passadinha aqui e compartilham comigo meu caminhar.
Um beijo no coração de todos.
Paz e muito amor para todos! Valéria Ribeiro.
quinta-feira, 21 de março de 2013
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Bem estar e qualidade de vida - A Natureza que cura.
Bem Estar e Qualidade de Vida
Bons momentos para todos!
Queridos amigos, tentarei a partir de
agora transmitir através desse blog alguns conhecimentos adquiridos com relação
às orientações fitoterápicas. Plantas, funções e utilidades nos tratamentos dos
males do corpo e da alma. Lembrando sempre, que o apoio fitoterápico dever ser
visto como complementação (estando atentos para as interações medicamentosas) e nunca substituição nos tratamentos.
Devemos sempre ter
a opinião de um profissional especialista, as doenças devem ser confirmadas
através de exames e os tratamentos nunca devem ser substituídos por fitoterápicos
sem que o médico receite.
A natureza é rica
e devemos nos conscientizar de que os medicamentos alopáticos também vêm da
natureza e que sofrem reações químicas, mas são importantes e muitas vezes indispensáveis para muitos
tratamentos.
Muitas pessoas
preferem os tratamentos naturais e fazem uso deles sem um conhecimento mais
apurados. Os tratamentos homeopáticos, fitoterápicos ou florais, sofriam
discriminação por parte da comunidade médica e farmacêutica, mas hoje já temos
um número bastante considerável de profissionais se especializando na área da
medicina natural influenciados pela medicina japonesa, tradição indígena ou
mesmo espiritual. Muitos médicos da atualidade se dedicam à homeopatia e muitos terapeutas fazem uso da receita floral com sucesso.
Não devemos fazer
uso indiscriminado das ervas, nem misturá-las sem critério, pois podem produzir
efeitos colaterais e ou reações às interações medicamentosas. O uso na
gestação, amamentação, em crianças ou nos idosos devem ser feito apenas com
acompanhamento médico e com cautela. Muitas plantas podem provocar alergias,
portanto o seu uso ao iniciar deve ser feito observando as reações alérgicas e
com orientação médica.
Abrirei uma página para listar as ervas
e será intitulada Lista de Ervas
que serão colocadas aos poucos, conforme o tratamento discriminado na página
inicial.
Elas serão instrutivas para conhecimento
geral e não um receituário.
Não será novidade, já que a rede está
lotada de blogs, sites e informações sobre as plantas.
Aqui, estarei apenas
informando aos que me acompanham de forma carinhosa, esperando poder ajudar nas informações com maior facilidade e numa única fonte. Todas as
informações aqui fornecidas foram adquiridas através de pesquisas, estudos e algumas
delas de uso próprio.
Espero estar ajudando um pouquinho.
Paz e muito amor para todos. Valéria
Ribeiro.
Tratamento das doenças mais comuns:
Para a pele:
Tratamento das doenças mais comuns:
Para a pele:
Psoríase
- Doença autoimune da pele;
- acelera o crescimento normal e a renovação da pele, aumentando-a em cinco a dez vezes;
- produz a formação de placas de escamas, que podem aparecer em qualquer ponto do corpo;
- podem afetar as unhas das mãos, deixando-as descoloridas, escavadas ou partidas;
- pode ser hereditária ou ser desencadeada por excesso de álcool, queimaduras do sol, lesões da pele, stress ou choque;
- pode melhorar com a exposição à luz solar;
- também podem contribuir para a doença: alergia a alimentos, digestão incompletas de proteínas e outras causas.
Tratamento:
Ervas que contêm psoralens (também chamados psoralenes), como angélica, cenoura- selvagem, semente de salsão-selvagem e funcho ajudam a limpar a pele, especialmente em combinação com banhos de sol. Ervas antioxidantes, tais como uva-de óregon, uva-espim, hidraste ou extrato de semente de uva preta reduzem os danos causados pelos radicais livres na pele e diminuem a inflamação. Os alcaloides presentes na uva-do-óregon tornam mais lenta a proliferação das células cutâneas. Cardo-mariano e forskohlii também podem diminuir o crescimento dessas células. Salsaparrilha, madressilva, franquincenso, raiz crua de dedaleira chinesa, neem, cúrcuma, óleo de prímula-da-noite e peônia são também bons anti-inflamatórios. Para apoiar o fígado em seu trabalho de desintoxicação pode-se usar bardana, azeda, trevo-vermelho, cúrcuma ou dente-de leão. Guggulu também é excelente. Externamente, cremes, contendo camomila, alcaçuz, cúrcuma, óleo de lavanda, óleo de prímula-da-noite, suco de aloe vera, uva-de-óregon, capsaicina, componente ativo da pimenta-caiena, ou aveia-selvagem podem ajudar a recuperar a pele. Também podem ser usados suplementos de ácidos graxos essenciais, ômega-3, vitamina A e zinco.
Fonte: Guia completo de fitoterapia de Anne McIntyre.
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Assexualidade o que é isso?
Bons momentos para
todos!
O tema é bastante
interessante e muito raro de se encontrar nos meios de comunicação entre discussões,
reportagens, matérias faladas, escritas ou mesmo em debates em programas de
mesa redonda ou em entrevistas importantes.
Quase não se encontra, porque simplesmente não há interesse neste
assunto, pois o interesse maior é justamente na sexualidade a flor da pele,
hormonal, em fase de crescimento, erótico e nos tesões da vida a fora. Nada
contra o sexo é bonito entre os amantes que se amam e compartilham do desejo.
Mas, não podemos ignorar a outra metade da maçã, os que simplesmente não se
interessam por sexo e vivem muito bem. Não estou falando dos puritanos, dos
celibatos, dos castos ou semelhantes. Estou falando dos que simplesmente não encontram
no sexo um prazer aflorado, ardente, difícil de ficar sem e que são denominados
assexuados. Esses não são doentes, diferentes ou deficientes e sim tranquilos.
Não são frígidos, mortos ou insensíveis e sim, têm sensibilidade, romantismo e
companheirismo.
Não se interessar por
sexo não faz do indivíduo um doente. É fato que é preciso diferenciar os
traumas que comprometem a sexualidade, porque dessa forma a aversão ao sexo é sofrida
causando depressão, ansiedade e crises sérias. Neste caso, é necessário
tratamento com acompanhamento médico e terapêutico. Não estou querendo entrar
nesta questão aqui.
O assunto me interessa
muito por que eu me descobrir assim, assexuada.
Quem acompanha meu blog
sabe que já tive relacionamentos, tenho duas filhas e um neto. Já tive uma vida
sexual “normal”. Não tão ativa, pois sempre fui desinteressada pelo sexo e por
conta disso, ou não, fui traída acabando por me separar. Muitas vezes pensei
que era “frígida” sei lá! Com o tempo percebi que não, apenas não gostava do
sexo e confesso que me sentia na época um pouco preocupada com as opiniões
alheias, pois não compreendia o que se passava comigo.
Até hoje ouço de alguns
amigos mais íntimos comentários irônicos sobre a minha opção. Por um tempo
também me preocupei em poder ser homossexual, mas nunca tive interesse ao mesmo
sexo. Simplesmente não tenho interesse por sexo. Estou sozinha há 16 anos,
desde quando me separei do pai da minha filha mais nova. Até ensaiei um
relacionamento, mas percebi que não daria certo justamente por causa do sexo.
Desde então estou só. Não porque quero, mas pensava que nunca encontraria
alguém que pudesse se interessar por outra pessoa independente do sexo. Sei que
existem casais que abdicam do sexo por problemas de saúde ou outros motivos e continuam
juntos por cumplicidade, amor, companheirismo, mas que já estavam juntos. Nunca
tinha ouvido falar em relacionamentos que se começavam sem a prática do sexo.
Gostaria até de ter um
companheiro, amigo, cúmplice e trocar carinho, romance estas coisas que todos
gostamos. O sexo até poderia aflorar daí, quem sabe? Só sei que não tenho desejo
sexual e isso não me incomoda.
Fico feliz em saber que
não sou a única, pois com a maravilha da internet podemos ampliar nosso
horizonte de descobertas e ver que muitas pessoas mundo a fora pensam, sentem e
se comportam como a gente.
Uns não gostam de
beber, outros não gostam de fumar, outros não gostam de comer carne, outros
preferem o dia e outros preferem a noite. Por que alguns não podem simplesmente
não gostar de sexo?
Não me sinto um ser
estranho dentro do universo humano. Sou assexuada com muito prazer e
literalmente não me interesso por nada que diz respeito a sexo e isso não me
preocupa e não me deixa menos carinhosa e romântica.
Poder dividir com as
pessoas uma opção de vida sem receio é muito bom, pois ser transparente e livre
de preocupações a respeito do que possam pensar, nos deixa tranquilos e nos faz
autênticos dentro de nossos desejos e escolhas. Sinto-me feliz por isso.
Paz e muito amor para
todos. Valéria Ribeiro.
Para saber mais a
respeito.
Acessem:
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Choveu lá fora e eu daqui de dentro vi.
Bons momentos para todos.
Depois de dias de calor, sol, ar seco e muito
suor vejo a chuva cair devagar a princípio e logo depois uma explosão de água
descendo do céu deliciosamente. A chuva é um fenômeno extraordinário! Estamos
acostumados a ver e não damos a devida importância a ela, a não ser, quando
provoca acontecimentos não muito agradáveis onde as atenções se voltam para o
chão e suas transformações que intitulamos “desastres naturais” esquecendo que
o desastre só existe pela transformação ambiental que nós humanos provocamos.
A chuva que cai tão humildemente e que é
vista pelos cientistas materialistas como um fenômeno físico natural, é vista
pelos românticos como acontecimento melancólico e pelos apressados diários como
um incômodo empecilho é banalizada pela ignorância filosófica, que é aflorada pelos
interesses mundanos, que escondem a poesia sensível das percepções inocentes. A
humanidade esqueceu de que a chuva naturalmente se apresenta, escondendo assim
o tanto divina que é.
A chuva é um fenômeno divino, generoso,
amoroso que cumpre seu papel numa perfeita colaboração natural com a humanidade
cuidando dos seres vivos humildemente. Trabalha silenciosamente evaporando,
condicionando e deixando derramar o líquido, devolvendo ao solo em doce remédio
recuperando, tratando e dando vida aos que presos a terra dependem da ação dos
que pensam.
A chuva faz o seu papel no processo infinito da natureza.
Coloco-me apoiada no parapeito da janela
hipnotizada com a paisagem, onde a chuva, num ritmo constante, desce suas águas
céu a baixo e percebo as folhas dançando satisfeitas na beberança daquelas
águas. É o cenário perfeito que mexe com todos os meus sentidos no odor da
terra molhada, na sensação fresca dos pingos em meus braços, na pintura doce
que meus olhos veem nas cores verdes lavadas que brilham e meus ouvidos
transmitem ao meu cérebro a doce música das gotas musicadas enquanto batem. É
maravilhoso!
Diante da cena lembro-me da arrogância
humana, onde ainda duvida da existência maravilhosa do Ser Supremo, que não se
esqueceu de nada e com seu amor cuida e protege suas criações sem esperar a colaboração
dos que inteligentes e pensantes se esquecem dos que dependem ainda de seus
cuidadosos auxílios.
A criação depende da matemática exata e dos
cuidados generosos do seu criador. E mesmo tendo criado a humanidade com
capacidade para colaborar em sua obra, não deixa nada sem proteção, e assim,
nos deparamos diariamente com os fenômenos naturais que em suas essências foram
criados para produzir vida e para burilar profundamente em nosso íntimo que
Deus existe.
“Chove chuva, chove sem parar...” Lava a
poeira dos nossos pensamentos desfazendo a escuridão de nossas almas.
Paz e muito amor para todos. Valéria Ribeiro.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Anjo da guarda. Para sabermos um pouquinho mais.
Bons momentos para todos!
Desde velhos tempos ouvimos
falar nos anjos da guarda. Para uns são seres angelicais que nos acompanham
sempre. Para outros são figuras puras e infantis que foram determinados para
proteger os seres humanos. Para muitos são mitos ou simplesmente não
existem. De qualquer forma, na maioria das vezes, aprendemos a buscar nos anjos
da guarda proteção e desde a tenra infância nos conectamos através de
conhecidas orações simples e delicadas que nos ensinam a praticar antes de dormir.
De uma forma ou de outra, é
muito bom saber e poder escolher em que ou no que queremos acreditar e para
sabermos mais um pouquinho vejamos o que pesquisei:
Definição clássica:
Anjos da Guarda são os anjos que segundo as crenças
cristãs, Deus envia no nosso nascimento para nos proteger
durante toda a nossa vida. Argumenta-se que a Bíblia sustenta em algumas ocasiões a crença do anjo da
guarda: "Vou enviar um anjo
adiante de ti para te proteger no caminho e para te conduzir ao lugar que te
preparei".
A
celebração católica dedicada aos anjos da guarda surgiu na Espanha, no século V e espalhou-se por toda a Europa. A data foi fixada pela
primeira vez em 29 de setembro,
juntamente com a festa do Arcanjo Miguel.
O Inicio
da celebração da festa distinta para os "Santos Anjos da Guarda",
dedicada no dia de Outubro tal como hoje, particular de cada
pessoa, surge em 1670, com papa Clemente X, universalizada pelo Papa Paulo V, depois que o Papa Leão X aprovou o novo Ofício composto pelo
franciscano João Colombi.
Na Inglaterra desde o ano 800 acontecia
uma festa dedicada aos Anjos da Guarda e a partir do ano 1111 surgiu
uma oração (apresentada a seguir). Da Inglaterra esta festa se estendeu de
maneira universal depois do ano 1608 por iniciativa do Sumo Pontífice da época. O Dia do Anjo da Guarda é
comemorado no dia 2 de outubro.
Anjo do Senhor - que por
ordem da piedosa providência Divina, sois meu guardião - guardai-me neste dia
(tarde ou noite) iluminai meu entendimento; dirigi meus afetos; governai meus
sentimentos para que eu jamais ofenda ao Deus e Senhor.
Amém.
Essa
é a oração tradicional católica Santo
Anjo:
Santo Anjo do Senhor, meu
zeloso guardador, pois que a ti me confiou a Piedade divina, hoje e sempre me
governa, rege, guarda e ilumina. Amem.
Segundo a visão espírita
os chamados "anjos da guarda" pelo catolicismo correspondem aos espíritos guias que cada
um de nós possui. O Espírito protetor, anjo da guarda, ou bom gênio é o que tem
por missão acompanhar o homem na vida e ajudá-lo a progredir. É sempre de natureza
superior, com relação ao protegido.
Ter a fé que possuímos um
protetor seja qual for a sua definição é bom para nós, pois não nos sentimos
sós e abandonados em nossos momentos angustiantes, duvidosos e sofridos.
Naqueles momentos em que não nos basta a presença material de um amigo mais
chegado ou um parente prestativo e que nosso íntimo não nos permite o desabafo,
seja por inibição, seja por medo ou vergonha a figura invisível e fiel de um
protetor em que podemos desabafar sem oposições ou julgamentos nos permite sossegar
o coração.
Confiantes que nosso anjo da
guarda está sempre pronto a nos guardar, conseguimos com que nosso espírito se
tranquilize com mais facilidade. Dessa forma, é válido dedicarmos alguns momentos
para um contato com o “anjo da guarda” ou “espírito protetor” que mais nos
sentirmos atraídos e formando uma energia de contato pela força da atração
positiva do querer. Essa energia com certeza será boa e positiva e seja pelo
bem pensar, bem desejar e pelas boas intenções, as forças Divinas acudirão com
certeza.
Alguns anjos mais conhecidos.
Mikael conhecido como “Príncipe
da Milícia Celeste” auxilia nas situações de perigo físico. Seu dia é domingo e
as cores, o dourado ou amarelo. Também ajuda a resolver problemas financeiros,
como conseguir emprego ou ter novas opções de vida. Salmo 118.
Gabriel o nome significa “herói
da humanidade”, sendo o chanceler de Deus. As cores são o prata ou branco e o
dia, a segunda-feira. Costuma trazer boas notícias. Atua sobre as relações
familiares, nas notícias sobre desaparecidos, em casos de gravidez difícil e
desfaz conflitos. Salmo 36.
Raphael Seu dia é a
quarta-feira, a cor é verde e o nome significa “Deus cura”. Protege de males
físicos, emocionais e espirituais. Também atua na saúde dos animais, sendo
conhecido como arcanjo da cura. Seus Salmos são 29,70 e 103, além do 33 para questões de ensino.
Haniel o nome significa “graça
de Deus”. Seu dia é sexta-feira e a cor, rosa. Protege o amor, porque é o chefe
dos cupidos. Também atua no restabelecimento do equilíbrio emocional. Protege os
casamentos e os órfãos. Seus Salmos são 97 (casais), 144 (filhos) e 114
(família).
Dividem-se também em classificação
hierárquica como arcanjos, querubins, serafins e outros e também falam-se em “anjos
maus e anjos bons” que não nos cabe agora identificar.
Para os espíritas o “anjo da
guarda” ou “espírito protetor” é um espírito superior destinado a nós por toda
a vida e quando este por algum motivo não puder mais nos acompanhar é substituído
por outro. Temos também o espírito familiar que ajuda a nos velar. Apenas
complementando definição dada no começo.
O importante é sentirmos paz de
espírito, seja na certeza de estarmos protegidos por seres iluminados, ou
simplesmente por termos certeza que a Divindade nunca nos abandona.
Paz e muito amor para todos.
Valéria Ribeiro.
Fonte das pesquisas: Internet, livros
especializados e revistas.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
As cores da aura e seus significados
Bons momentos para todos!
Para dar início ao que me proponho daqui para frente, achei importante explanar um pouquinho sobre a aura, pois causa bastante curiosidade e muitas vezes não sabemos como melhor nos informar a respeito.
Na prática da cura é muito importante saber, identificar e ter como base as características da aura das pessoas que recorrem ao tratamento complementar. Não é fácil, pois nem todos conseguem visualizar a aura, mas podemos treinar e aprimorar essa visualização e suas identificações. Dessa forma o tratamento se torna mais fácil. Também pode-se utilizar equipamentos como óculos apropriado e mesmo através de máquina fotográfica especial.
Para começar uma breve explicação para algumas dúvidas que normalmente temos,deixando claro que o assunto é rico e extenso.
O que é a aura humana?
A aura humana é uma força energética evolutiva, que reúne todas as nossas informações físicas e metafísicas, que sustenta a vida e caracteriza o ser humano. A aura circunda o corpo, protegendo-o como envoltório de luz. Além da extensão, a cor é determinante para se conhecer o estado emocional e de saúde de uma pessoa. Quando ficamos doentes a aura se retrai e a sua cor adquire tonalidades escuras, tornando-nos suscetíveis a sofrer ataques por parte de energias desarmônicas, o que tende a agravar ainda mais nosso estado. Sem ela, não poderíamos existir. Ela é uma radiografia de todas as nossas vidas desde o momento de nossa formação espiritual e contem dados sobre o passado, sobre a vida presente e até mesmo tendências futuras. A aura constitui um sistema dinâmico e evolutivo, portanto, sujeito a uma contínua transformação.
A aura é constituída por quatro campos, quatro camadas:
1) Aura da saúde física;
2) Aura astral ou emocional;
3) Aura mental;
4) Aura do corpo etérico.
A aura se mantém inalterada no dia a dia?
Embora sua constituição exclusiva, ou estrutura básica, seja normalmente estável, o sistema áurico dispõe de flexibilidade suficiente para alterar sua coloração, intensidade, amplitude e frequência.
O meio ambiente interfere na aura?
A aura é sensível à totalidade do nosso ambiente interno e externo. Os fatores mentais, físicos, espirituais interagem constantemente para atuar sobre a aura. Traços de personalidade, condições de saúde, interesses pessoais, questões sociais, estados emocionais e as circunstancias do momento podem exercer um efeito drástico e imediato sobre a aura. Mesmo eventos distantes, globais ou cósmicos, podem alterar a aura.
Qual a importância psíquica da aura?
Por constituir uma crônica da história de cada indivíduo, a aura pode fornecer informações importantes e não disponíveis por meio de outras fontes. Um número cada vez maior de evidências sugere que, alem das experiências de vidas passadas e presente, os eventos futuros, positivos e negativos, podem estar registrados na aura. Sua simples visualização é capaz de ativar nossas faculdades psíquicas, incluindo telepatia, premonição e clarividência.
Toda aura tem cor?
A aura humana jamais perde a coloração. Embora a intensidade e a distribuição de cores variar consideravelmente, em termos gerais, a aura se caracteriza pela predominância de uma cor numa estrutura áurica relativamente estável. Embora às vezes se observem áreas brancas, a aura inteiramente branca, significa perfeição, não existe.
Amarela:
pessoas - indica inteligência, facilidade para se comunicar e para aprender e supremacia darazão sobre a emoção.
animais - pode ser sinal de doença, debilidade física ou tristeza
plantas - significa falta de vitalidade, especialmente se a tonalidade do amarelo for muito
fraca.
objetos - costumam ser dotados de pouco energia ou emitir vibrações ruins.
Azul :
pessoas - indica paz interior, harmonia, saúde e equilíbrio, bem-estar, descanso, eautoconfiança. geralmente se manifesta com maior intensidade após o ato sexual
satisfatório e durante o sono.
animais - é sinal de felicidade e de satisfação com o tratamento que vêm recebendo do
dono.
plantas - indica propriedades tranquilizantes e analgésicas.
objetos - pode ser interpretado como uma emanação de fluidos positivos.
Cristal:
pessoas - indica dons telepáticos, poder de cura, paranormalidade, pureza e bondade.costuma se manifestar com maior força nas mãos de massagistas que lidem com cura.
animais - é sinal de capacidade de adaptação
plantas - tanto pode significar positividade quanto falta de vigor e venerabilidade.
objetos - expressa o poder de receber e emanar energias
Dourado:
pessoas - indica espiritualidade elevada e prosperidade. ela surge com mais intensidade naregião do tórax, pois esta associada ao amor.
animais - expressa felicidade.
plantas - simboliza a suavidade e fluidos positivos.
objetos - mostra que foram tocados por uma pessoa bem intencionada
Laranja:
pessoas - indica capacidade de realização, sensualidade, boa saúde, versatilidade e
dinâmica.
animais - é sinal de manifestação dos instintos(fome, sede, desejo sexual).
plantas - indica a produção de sementes e flores.
objetos - expressa um grande potencial energético(é comum em sinos e objetos religiosos
em geral).
Verde:
pessoas - indica saúde e vigor. esse tom costuma aparecer com mais intensidade na regiãoda cabeça, pois está associada a atividade mental
animais - indica mansidão
plantas - demostra a emissão de forte ondas de energia positiva, sendo muito comum nos
vegetais dotados de propriedades curativas.
objetos - são uma autêntica fonte de passividade. costumam apresentar este tom depois de
terem sido tocados por uma pessoa que esta de bem com a vida.
Vermelho:
pessoas - indica vitalidade, excitação, coragem e forte energia sexual, porém se estiverconcentrada em um determinado ponto, pode ser algum sinal de distúrbio.
animais - exprime instinto e vigor.
plantas - está associada ao crescimento.
objetos - indica que eles foram tocados por alguém que estava entusiasmada ou ansiosa e
que os deixou impregnados de energia.
Violeta:
pessoas - expressão de poderes mediúnicos, capacidade de compreensão, saúde e menteequilibrada.
animais - satisfação e felicidade.
plantas - sinal de uma força positiva.
objetos - indica uma forte concentração energética, e geralmente se manifesta depois que o
objeto foi tocado por uma pessoa espiritualmente evoluída.
Conhecendo a nossa aura e o estado em que se encontra, podemos através de diversas formas reequilibrar o seu campo energético. A terapia holística orienta e permite o tratamento com amplos recursos como: Cromoterapias, Cristais, essências aromáticas, exercícios energizantes e muitos outros. A meditação também é um ótimo recurso para a autocura.
Espero ter podido ajudar com as informações. Paz e muito amor para todos. Valéria Ribeiro.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Psicoterapia Holística. Enfim meu caminho!
Bons momentos para todos!
Queridos amigos que me
acompanham, estive em momentos transitórios por isso não postei ultimamente.
Como disse anteriormente completei meio século de vida que me fez pensar no
presente sem esquecer o futuro. Estive em diversas experiências e nesse caminhar
procurei me encontrar. Entrei novamente na faculdade para fazer uma
pós-graduação em psicopedagogia, mas tranquei, pois não me encontrei lá. Hoje
estou fazendo O curso avançado em Terapia Holística que me fez finalmente achar
a minha estrada.
Paralelamente a esta formação
estou participando do curso de Reiki, florais, cromoterapia e outras formações
que me ajudarão quando estiver atuando.
Para quem não conhece ou não tem
muita informação a respeito da Terapia Holística, uma breve explicação:
TERAPIA HOLÍSTICA (Terapia
= harmonizar, equilibrar; Holística = do grego holus: totalidade) é mais
Qualidade e Bem-Estar em sua vida, utilizando-se de uma somatória de técnicas
milenares e modernas, sempre suaves e naturais, proporcionando harmonia,
autoconhecimento e incrementando sua capacidade de ser bem-sucedido.
Aconselhamento, Terapia Floral, Terapia Corporal , Acupuntura,
Auriculoterapia, Cromoterapia, Fitoterapia, Reiki, dentre muitas outras
técnicas...
Não se trata de um tratamento
alternativo, como popularmente e erradamente é conhecida, pois não substitui o
tratamento convencional da medicina e sim um complemento, uma nova visão
complementar de ver o corpo, a mente e o ser como um todo numa contribuição
Universal, energética. O tratamento holístico complementa através dos
tratamentos naturalistas, dando ênfase aos produtos naturais e aos
procedimentos onde visam uma maior integração com a natureza do corpo, da alma
e do astral, dessa forma, aumentando a qualidade de vida num encontro íntimo
com o eu sou, eu posso, eu curo. Na verdade é a conscientização do ser com suas
capacidades próprias e com a contribuição inicial do terapeuta.
Encontrei-me neste novo caminho
pela minha enorme vontade de ajudar as pessoas a curar seus males numa
harmonização com a ciência tradicional. A medicina hoje está com os olhos
abertos para essas possibilidades e já vemos em diversos hospitais públicos ou
não aberturas para o tratamento através do Reiki, da homeopatia, da acupuntura
e muitas outras práticas complementares.
Portanto meus amigos, daqui
para frente vocês encontrarão aqui tudo que eu puder proporcionar em informação
e oportunidade a respeito desta minha nova caminhada.
Todo o meu trabalho será
disponibilizado gratuitamente, pois não pretendo ganhar nada com ele e
procurarei direcioná-lo às pessoas que realmente não podem pagar por eles. Por
enquanto estou em formação, estudando, mas brevemente estarei atuando em locais
apropriados, onde informarei a todos através do faceboock e do blog. Durante este período estarei transmitindo aqui
as minhas descobertas.
Muita paz e amor para todos.
Valéria Ribeiro.
terça-feira, 12 de junho de 2012
Uma
experiência extraordinária.
Bons
momentos para todos!
Queridos
amigos, encorajei-me para relatar nesta postagem um acontecimento vivido por
mim por achar ser uma experiência bastante interessante e única. Não digo que
seja única no contexto de inédita, pois não é, já que ouvimos muitos relatos
sobre o assunto. Mas, para mim, é de forma individual e inédita, única e
surpreendente.
Quando
iniciamos os estudos espiritas e ou espiritualistas tomamos conhecimento sobre
experiências fora do corpo que é conhecida como desdobramento em suas diversas
apresentações. Não pretendo esmiuçar sobre o assunto, pois minha intenção aqui
é relatar a minha experiência e também porque não posso afirmar que a minha
experiência tenha sido um desdobramento propriamente dito.
Ultimamente
tenho me dedicado a estudos mais aprimorados sobre a cura, a energia da
matéria, as causas das doenças e os processos mais humanizados e naturais.
Nunca tive essa pretensão, nem me achava capaz de tal façanha mesmo sabendo que
este trabalho tem o apoio dos amigos de luz e hoje encontram respaldo na
ciência. Este interesse foi sendo traçado, penso eu, no decorrer dos estudos,
experiências e vontade íntima de buscar novos caminhos. Com isto, concentrei
minha atenção para as pesquisas e práticas que me colocaram em contato com
reflexões, autoanálise e busca interior. Por este motivo, tive a necessidade de
uma reclusão mental por sentir que estou um pouco mais interiorizada, quieta e
voltada para a prática da meditação tentando encontrar um equilíbrio onde eu
possa aprender a controlar um pouco mais as emoções, sem, necessariamente, perder a
autenticidade nem a coragem para exteriorizar esses sentimentos de maneira a
não adoecer meu organismo físico nem mental com depósitos desfavoráveis como
angústia, arrependimento e outras formas nocivas.
Trabalhar
com cura pede um estado de espírito um pouco mais humanizado, sem, contudo, ter
que carregar pesadas cargas com falsas atitudes de bondade.
Assim,
numa noite, percebi algo que me deixou emocionada, pois foi uma mistura de
sonho com realidade em que eu, como personagem, me encontrava materialmente
falando num plano paralelo e absolutamente real. Os outros personagens do
“sonho” agiam de maneira natural e ignoravam literalmente os meus alertas com
relação ao que eu percebia de “diferente” na situação.
Tentarei
explicar de maneira mais simples; o que aconteceu foi que, num certo momento
após adormecer, vi o meu corpo numa cena que parecia sonho, mas que era
estranho por eu me perceber material, tridimensional, diferente dos que me
rodeavam. Eu chegava até a cozinha e visualizava a minha filha mais velha num
canto perto da porta e o meu pai próximo a pia. Os dois conversavam a respeito
de um imóvel e queriam que eu conhecesse. Aproximei-me da minha filha e comecei
a relatar para ela como eu estava me vendo naquele momento. Eu percebia meu corpo
como numa peça teatral onde olhamos para os personagens ali na realidade da
cena, diferentemente do cinema que vemos os personagens na tela (hoje podemos assistir
em 3D, e percebemos uma imagem tridimensional, mas não real). Para mim, mesmo
que de maneira surpreendente, pude perceber que eu me encontrava num estado
dimensional diferente deles.
No
decorrer da situação, tentei falar com a minha filha o que estava vendo e
sentindo, mas não obtive êxito no entendimento dela. Eu falava uma coisa, mas
ela entendia na verdade o que se relacionava com o diálogo a respeito do
assunto por eles discutido. Ou seja, a minha consciência, embora estivesse
dentro do diálogo deles, me mostrava à realidade do acontecimento dentro do que
eu via e sentia. O que quero dizer é que eu estava materializada naquela
situação nas duas formas, inconsciente através do sonho e consciente através da
materialização. Era a minha “pessoa” tridimensionalmente e materialmente
acordada, percebendo o inconsciente da situação. Não sei se deu para entender,
mas foi assim que percebi.
Parece
uma coisa louca, mas pude desta forma perceber o que realmente é “viver” uma
experiência de desdobramento. Penso que vivi, experimentei, compreendi e
assimilei o “agora” sob o controle e superintendência da razão que se processou
em minha zona lúcida através do meu consciente concomitantemente com o meu
estado de expectativa, anseios, aspirações e esperanças do supra consciente
através do sonho. Ou seja, realidade e sonho, cujo personagem principal agia no
real, enquanto os coadjuvantes na fantasia. Meu estado de consciência,
percebendo o acontecido, agiu de maneira desesperada pela surpresa da percepção
tentando informar o que descobrira sem êxito por causa da sintonia energética
do fato. Parece louco e ao mesmo tempo complicado e por incrível que pareça o
entendimento era claro para mim embora complexo. Então, quando percebi que a
minha informação não sofria efeito junto à minha filha e ao meu pai, retomei em
direção ao que via, ou seja, meu corpo adormecido, sendo imediatamente substituída
pelo meu personagem fantasia do sonho.
Acordei
com total lembrança de tudo, inclusive da continuação das cenas seguintes à
conclusão do sonho, onde fui visitar tal imóvel e percorrendo os cômodos
procurei o banheiro que não tinha observado existir no local e diante da minha
insistência fui conduzida por uma senhora, que não tinha visto até o momento
através de uma porta na parede que me levou a um jardim bem natural e primitivo
que descia num caminho definido rodeado de terra, plantas e pedras. Do lado
direito avistei um lago que possuía apenas um peixe de porte médio que nadava
na superfície e cujas cores eram do dourado para o azul e logo na frente
algumas galinhas e plantas medicinais de várias formas e a tal senhora ia à
frente conduzindo o meu caminho e logo após acordei. Minha filha e meu pai
sumiram antes mesmo da minha entrada no tal imóvel e não participaram mais.
Nessas cenas não me via de forma materializada e humana cujas carnes eram
palpáveis e pesadas como me vi no início do acontecimento e estava mais sutil e
numa condição exterior a minha vista. Como num sonho mesmo.
Digo
que o desdobramento (caso tenha sido) não durou muito, pois ao perceber que a
minha tentativa de transferir a percepção me trouxe ansiedade, fazendo com que
retomasse ao corpo e continuasse o que era proposto de forma fantasiosa através
da percepção do sonho. Sei que, pode parecer um pouco confuso o relato e a
forma que coloco exemplificando o acontecido, mas não consigo relatar de forma
diferente, pois é o que percebi.
Não
sei se o desdobramento se faz dessa forma, se foi uma pequena demonstração, um
teste, sabe lá. Só sei que, para mim foi uma experiência extraordinária, fora
do comum embora assustadora.
Talvez
a concentração da meditação tenha me levado a um estado de êxtase, não sei,
talvez eu possa ter confundido as informações que recebia. Só sei que para mim,
tudo era real naquele pequeno momento em que me vi numa realidade que não
entendia e que diferenciava dos que me rodeavam. Lembro que não estava meditando,
pois já estava dormindo e ao acordar com a nítida lembrança do sonho era
madrugada e mesmo tendo adormecido novamente, na manhã seguinte a lembrança era
total.
Se
alguém souber de uma explicação mais razoável, científica ou espiritual para o
que ocorreu comigo, gostaria de conhecer.
Estudamos
muito para saber das coisas, mas as experiências eu aprendi a respeitar como
únicas de cada um, porque sofrem diferenças individuais de evolução,
conhecimento, prática e aceitação e não podem ser taxadas em padrões, pois se
nossa digital é diferente, nossa íris é inconfundível e nossa caminhada é
individual, como podemos julgar como falsas ou verdadeiras as experiências
vividas por cada um de nós?
Aprendi
que, cada vez que alguém nos traz a sua experiência devemos somar à nossa e não
podemos padronizar no sentido do que é correto, verdadeiro ou real e sim como
exemplos de experiências e vivências cujo processo nos leva a consciências mais
profundas do ser valendo para acrescentar e não para confirmar. Como já ouvimos
muito em arquivo X “A verdade está lá fora”... E também dentro de nós.
Paz
e muito amor para todos. Valéria Ribeiro.
sábado, 26 de maio de 2012
Descoberta, transformação e novos tempos.
Bons momentos para todos!
Queridos amigos que me acompanham
neste blog. Estive um pouco afastada, mas foi por um bom motivo. Estava
envolvida nesta minha nova fase cinquentenária, como se no meu íntimo algo
gritasse para que eu percebesse coisas novas que vinham chegando. Realmente me
sentia diferente não só nesta nova fase de vida madura, mas em tudo que se
transformava em mim e que estava me deixando em crise. Mudar transformando
conceitos, concepções, crenças, costumes é muito difícil. Quebrar tabus,
assumir verdades íntimas que vão de encontro com o que se está acostumada e com
o que está na convivência diária entre familiares, amigos e conhecidos é
difícil e pode parecer exagero, mas não é, pois os conflitos internos nas
transformações de ideias e valores são complicados e muitas vezes vivemos esses
conflitos mascarados nas atitudes angustiantes das aparências. São as máscaras
do cotidiano. Senti em mim essas mudanças que me conflitaram também, mas que ao
assumir a condição transformadora da idade me favoreceram para assumir que
mudei.
Nas minhas andanças em busca de
uma melhor compreensão da vida, como já disse anteriormente, busquei
incessantemente respostas, principalmente com relação à fé, a religiosidade e a
conduta esperada que sempre estiveram ligadas, estabelecidas e exigidas. Pelo
menos era assim que eu pensava e constatava cada vez mais na minha rotina
“disciplinada”.
Ser religiosa e ter fé eram para
mim passaporte para uma transformação de conduta disciplinada e bondosa e era
como se a religiosidade fosse pré-requisito para a “angelitude” fazendo com que
comportamentos desregrados estivessem interligados com o “pecado”. Deixar de
“pecar” era para mim condição à ascensão na escala evolutiva. Mas, na verdade
sempre me perguntava: O que seria um comportamento desregrado? Pecaminoso?
Malvado? Não caridoso? E aí meu íntimo ficava num eterno conflito no que fosse
egoísmo, vaidade, maledicência etc. Fica difícil encontrar o equilíbrio quando
se vive o conflito dos sentimentos destrutivos de autopiedade, autopunição, medo,
sentimento de culpa e muito mais, que os rigores e tabus das religiões nos
trazem e nos comandam. O desligamento desses tabus nos favorece para a
transformação que nos despertará a íntima fé na força interna do EU DIVINO.
Numa recente pesquisa, o IBGE
constatou que os sem religião aumentaram ultimamente, não os ateus, mas os que
se desligaram da religião. Não são considerados ateus, pois acreditam em algo,
são os chamados espiritualistas que estão em busca da divindade criadora
baseada na energia que em tudo está e também os que colocam em primeiro lugar a
capacidade interior de ser, fazer e poder. O deus interior e é nesta em que eu
estou.
Apesar do rigor da igreja e da fé
incontestável de Francisco de Assis, podemos dizer que ele pode ter sido o
precursor dessa nova fase na sua natural ligação com a natureza, a vida e a
integração total entre todos os seres. Na história da humanidade sempre houve
criaturas que fizeram da vida uma busca para a libertação da alma, sendo que
hoje há uma manifestação mais intensa e poderosa dessa busca do
autoconhecimento e da autolibertação. E penso que, questionar a “bondade” seja
o primeiro passo para essa descoberta. Devemos aprender a equilibrar as
atitudes “bondosas” para que elas não se tornem armadilhas que nos levarão a
prisões internas que impedirão nossa libertação. Ser bom tem limite e nem
sempre os conceitos e atitudes de bondade fazem bem ao próximo, à vida e a nós
mesmos.
Não me entendam mal, pois não
estou fazendo apologia à crueldade, nem à maldade. O que quero dizer é que
enquanto ficamos presos a pesos na consciência por nos parecermos “malvados”
acumulando sentimentos de culpa por gestos que nos estabeleceram como regras
para o paraíso, perdemos a oportunidade de crescermos e aprendermos a conhecer
e lidar com o que verdadeiramente a natureza e a humanidade esperam.
Muitas vezes vivemos conflitos
horríveis por não termos dado uma esmola, não termos subido uma favela para
“ajudar”, por não termos ido a um hospital visitar, não termos recebido um
desabrigado ou termos jogado um resto de comida fora enquanto milhões morrem de
fome e por aí vai. Colaborar, contribuir, ser beneficente e nobre nas nossas
atitudes devem estar inseridos no nosso cotidiano, em nossas atitudes e em
nossas escolhas e não devem ter padrões, mas sim, devem ser atitudes
espontâneas nas aparições da nossa estrada. E caso nossas escolhas fujam aos
ditados nas cartilhas das religiões, ótimo!
Já que a escolha deve ser nossa e não de quem ditou a regra.
Acredito no chamado espírito e
suas classificações para identificar o que penso ser energia, até porque, precisamos denomina-la de alguma forma e a
codificação de Kardec nos ajuda nisso. Ajuda-nos a ter uma orientação aceitável para começarmos a buscar, mas não confio nas “regras” estabelecidas pelos
espíritos no seu rigor de interpretação. Devemos pensar e buscar sempre. Outras
explicações existem para denominar a energia que nos guia e também gosto destas
orientações, pois para mim, não resta a menor dúvida que somos energia, que em
sua capacidade e intervenção natural esta energia conquistou méritos e se fez inteligente,
avançada, mas ainda não completa. Também penso que as experiências e a
caminhada evolutiva é que impulsionarão para um determinado objetivo. Na minha
concepção só saberemos na experiência do acontecimento em si e sempre será
individual e intransferível não seguindo nenhum padrão. Os espíritos que
ditaram as regras estavam naquele momento naquela evolução, portanto não
podemos usar como regras.
Não digo que informações mil que
temos disponíveis no “mercado” não possam trazer fundos de verdades. Só não
aceito mais que estas informações venham com regras, leis, receitas, essas
coisas que emburrecem qualquer alma literalmente as deixando “penadas” como se
classificam por aí as “almas” perdidas.
Possuo no meu carro um plástico
educativo bastante conhecido com a frase: Gentileza gera gentileza. Gosto dela,
mas vou acrescentar no final... Porém não sou idiota, até porque imaginamos
esse conceito e radicalizamos tanto em nossas atitudes, quanto nas atitudes de
quem às lê fazendo disso uma regra para literalmente explorar a nossa
gentileza. Isso é ridículo, tanto para quem oferece quanto para quem espera. Dificilmente
há um equilíbrio, pois para haver equilíbrio se exige atitude de concordância
dos dois lados e sempre se acha que está mais com a razão do que o outro.
Vejo-me literalmente no trânsito tendo que ceder a tudo e a todos justamente
por causa do que coloquei como regra para mim e para os outros, ou seja, me
coloco como gentil acima de qualquer coisa e permito que esperem de mim
gentilezas equivocadas. É disso que estou falando regras que nos fazem mal.
Isso é só um exemplo.
Ser bom, gentil, compreensivo e
tudo que se pode conceituar de atitudes exemplares, é a meu ver bastante
deturpado, tanto pelos que praticam quanto pelos que esperam essas atitudes.
Cheguei a essa conclusão e não
quero de maneira nenhuma impor isso a ninguém apenas coloco aqui como uma
descoberta minha a de que para ser boa realmente, primeiramente devo ser boa
comigo mesma e ter atitudes que me façam bem. Posso chocar com que descobri,
mas agora penso que; se algumas atitudes tristes fazem bem a alguém, é a
escolha desse alguém e ele é quem vai responder por isso, não me cabe julgar ou
me preocupar, nem tomar as dores de ninguém e muito menos comparar com o que eu
acho certo ou não. A minha escolha é a minha escolha, a escolha do outro se
deve exclusivamente a ele. Partindo daí, fica mais fácil. Portanto devo me
preocupar comigo e com o que já alcancei. Se para mim ferir alguém me faz mal,
não irei ferir jamais. Não porque é errado e sim porque me faz mal. Simples
assim. Não quero dizer que devemos ser omissos em casos que envolvam inocentes,
mas o nosso envolvimento deve ser em busca da sinceridade de nossas ideias e
valores e não para “mostrar serviço” como costumamos constatar muitas vezes.
Um dia ouvi uma música do Raul
Seixas que fala mais ou menos assim... “Faça o que quiseres que com certeza
tudo estará dentro da lei” entendi como
mensagem que na verdade não existe certo ou errado e sim o que pensamos ser
certo ou errado e que as leis são passíveis de interpretação, reajuste,
mudanças e manobras (esta é uma interpretação minha, não quer dizer que seja
isso o que Raul quis dizer). Não estabeleço regras, nem leis, nem dito
caminhos. Digo aqui só o que penso, pois para mim este blog é como um diário
onde coloco as minhas experiências e descobertas e não tem a pretensão de
influenciar nem envolver ninguém.
Voltando as regras de atitude,
sempre pensei muito nesse negócio de estar politicamente correta em tudo e isso
me deixava angustiada, pois cobrava atitudes de reconhecimento. O fato de
existir uma regra para o que é ou não é certo não trazia segurança para mim com
relação às minhas escolhas, pois muitas vezes quis literalmente mandar alguém
para “aquele lugar” e reprimi por achar “incorreto”. Tenho uma amiga que admiro
muito que não tem problemas com isso e que por isso é mal interpretada. Na
verdade ser mal interpretada hoje para mim é o de menos, pois com certeza ela
não tem pesos na consciência, já que o desabafo cuidou para que isso não
ocorresse. Simples assim. Pode ser mal educado mandar alguém para “aquele
lugar”, mas é mais verdadeiro. Angustiante é pensar, querer e não fazer. Isso
adoece. E é disso que estou falando.
Para mim estar evoluindo e de acordo com a natureza é ir descobrindo a verdade
em nós, em nossas tendências e na vontade de lidar com elas de maneira
transparente indo aos poucos esgotando-as e filtrando-as. Dessa maneira podemos
ir conquistando em fim a pureza d’alma. Para isso não precisamos ser
“politicamente corretos” e sim corretos com nosso íntimo.
Ser bondoso na verdade é ser
sincero com o que queremos naquele momento e assumir de maneira tranquila as
consequências. Se eu tivesse descoberto isso há mais tempo, com certeza não
teria sofrido muitas coisas, mas nunca ninguém nem religião nenhuma tinham
aberto algum caminho para esta descoberta. A terapia, num determinado tempo,
foi boa para mim, mas não me iluminou neste ponto e sim focou minhas angústias
nos “traumas” principalmente os relacionados ao sexual. Acho que de certa forma
perdemos tempo nesse foco, pois nem tudo é de “traumas sexuais” se estamos
fadados à reencarnação trazemos em nosso código todo tipo de problema resolvido
ou não e o sexual é um deles já que fomos reprimidos milênios a fora. Na
verdade estou descobrindo meus verdadeiros “traumas” nestes questionamentos em
que coloco em foco se devo ou não assumir minhas verdadeiras vontades e
literalmente mandar os chatos, bonzinhos falsos, religiosos reprimidos,
vaidosos arrogantes, orgulhosos decadentes, preguiçosos de plantão, fofoqueiros
e etc. para “aquele lugar” literalmente e poder dizer abertamente tudo que
penso a respeito das regras, tabus e leis que podam a capacidade de qualquer um
em pensar, crescer e libertar-se. Se a lei é de causa e efeito, por que não
podemos simplesmente viver sem essa condição de termos que favorecer o resgate
do outro sem ter dor de consciência? Andar em busca de nosso crescimento sem
prejudicar o próximo não basta? Pagar os impostos não basta? Não digo que
devemos ignorar a miséria humana, mas se cada um fizer a sua parte e não se omitir
diante das injustiças dos governantes estará contribuindo e muito para a justa
medida humanitária.
Uma boa maneira de interiorizar a
busca da tranquilidade e da capacitação na resolução de problemas é a meditação
que não nos colabora somente com o controle e equilíbrio, mas também com a
descoberta em nosso íntimo com nossos desejos de libertação. Não devemos
confundir o controle que ela nos proporciona com a aceitação de tudo. A
meditação favorece a descoberta e ajuda no nosso controle com relação ao que
realmente queremos e podemos. Chegar ao Nirvana como dizem por aí é o
equilíbrio desse controle e isso nada tem a ver com ser bonzinho ou não. Somos
bons quando conseguimos percorrer a nossa trajetória dignamente aprendendo a
identificar o que é ética, troca com a natureza e crescimento d’alma. Isso nada
tem a ver com ser bonzinho ou não.
Falamos muito do mito Jesus
totalmente perfeito e nos esquecemos do homem Jesus com seus sim, sim e não,
não.
Daqui para frente, pisou no meu
calo eu grito. Pediu licença, pensarei a respeito. O que melhor contribuirá
para o meu bem-estar? Penso, logo existo. Existo, então escolho.
Paz e muito amor para todos. Valéria Ribeiro.
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